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JANEIRO

 

AS TRÊS PENEIRAS

Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta: - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele... Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE . Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE

. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! Deus me livre, chefe - diz Olavo, assustado.

- Então, - continua o chefe - sua historia vazou a segunda peneira.

- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE . Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?

- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.

- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras:

-VERDADE

-BONDADE

- NECESSIDADE

antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,


PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS,


PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

(autoria desconhecida)



INICIEMOS O NOVO ANO, FAZENDO UMA ORAÇÃO PELA HUMANIDADE

Deus, nosso Pai misericordioso e bom!

Diante das sombras que se espalham sobre o nosso planeta, desejamos rogar a sua ajuda, como jamais o fizemos antes. Sabemos que o Senhor é onisciente e sabe tudo o que acontece neste minúsculo grão de areia que chamamos terra, mas desejamos externar a nossa singela oração.

Senhor, muitos dos seus filhos se esqueceram que são filhos da luz e se obstinam em disseminar trevas por onde passam. Alguns homens perderam a fé na vida, perderam a fé no Senhor..., e se perderam... Outros pensam que a terra está à beira do caos e que o Senhor, que acende as estrelas e faz girar os astros, abandonou a humanidade terrestre.

Compadeça-se das nossas misérias morais e abençoe-nos... Releve a nossa ignorância, tolere a nossa ingratidão e perdoe a nossa falta de fé. Esquecidos de que em essência somos luz, Senhor, permitimos que as sombras nos cubram a visão e nos infelicitem. Há tanta falta de luz no mundo, Senhor... Enquanto o amor se esgueira, tímido, a violência se mostra em plena luz do dia, sem disfarce... Até parece, Senhor, que muitos dos seus filhos enlouqueceram, acreditando-se Senhores da terra e dos seus irmãos em humanidade...

Há homens que esqueceram os verdadeiros valores do espírito e penhoram seu patrimônio moral em troca de dinheiro, como se o dinheiro fosse a única coisa que importa... Alguns até agem como se o dinheiro fosse seu único e poderoso Deus...

Sabemos, Senhor, que o homem é o único ser capaz de reconhecer a sua soberania, mas às vezes dá a impressão de que os animais são mais dóceis e executam de maneira mais eficiente as tarefas que lhes cabem na sua obra. Senhor, por tudo isso queremos lhe rogar: ajude-nos a construir um mundo melhor, de onde a guerra seja banida de vez por todas... Um mundo onde o ser humano seja mais valorizado do que algumas notas de dinheiro... Um mundo onde o ser humano seja mais importante do que um cargo, do que um pedaço de chão, do que um papelote de drogas, do que outro interesse qualquer.

Eis a nossa rogativa, Senhor. Ajude-nos a enxergar um pouco além dos nossos próprios interesses para construir a paz tão almejada e tão pouco buscada de verdade... Ajude-nos a retirar dos olhos a venda da vaidade, que nos impede de enxergar as nossas deformidades morais e nossa pequenez diante da sua grandeza.

Ajude-nos a romper essa concha de egoísmo que nos paralisa as mãos e nos impede de estender os braços para ajudar nossos irmãos. Ajude-nos a diluir essa máscara de prepotência para que possamos entender que nada somos sem o seu amor... Ajude-nos, Senhor, a elevar o olhar acima da própria estatura, para vislumbrar o horizonte e caminhar em sua direção. Ajude-nos a abrir mão da auto-piedade e lançar o olhar em redor... Descobrir nosso próximo e nos aproximar dele...

Ensine-nos, Pai, a construir pontes de entendimento, a estreitar laços de amizade, a entender o semelhante, a amar... Ajude-nos, Senhor, a admitir a própria fragilidade... A livrar-nos da arrogância... A construir jardins... A espalhar perfume... A enxugar lágrimas.. A caminhar com coragem... A acreditar na vida e no seu incondicional amor... A disseminar esperança... A sorrir sempre... A perdoar sem condições... E, por fim, Senhor, ajude-nos a voltar nosso olhar para as estrelas, mesmo que nossos pés ainda se achem encharcados de lama. Que assim possa ser, Senhor!  

(Desconhecemos a autoria)

 

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ALGUNS... E NÓS

Nunca influenciaremos a todos, mas sempre influenciaremos alguns. Reflitamos no assunto,revendo o que transmitimos: A descrença suscita a descrença. A dúvida gera a dúvida. O desânimo sugere o desânimo. A tristeza espalha a tristeza. A fé atrai a fé.A esperança acende a esperança. A bondade cria a bondade. O amor estende o amor... Emmanuel ("Mãos Marcadas" - Chico. Xavier)

 

OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO "

Considerai como crescem os lírios dos campos" (Mt 6.28)

 

"Preciso de óleo" disse um monge. Então plantou uma muda de oliveira.

"Senhor", pediu ele, "ela precisa de chuva, para que suas raízes possam beber e propiciar seu crescimento, mande chuva branda que não a machuque".

E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas. "Senhor", pediu novamente: "Minha planta precisa de sol, não muito forte que a abrase". E o sol brilhou dourando as nuvenzinhas chuvosas.

"Agora, preciso de neve para que minha oliveira ganhe robustez", pediu novamente, e a neve caiu sobre a planta. No entanto, ao acordar no dia seguinte encontrou a plantinha morta.

Então o monge foi a outro e contou-lhe sua experiência. "Eu também plantei uma oliveira", disse o outro, "e veja como está viçosa", mostrou. "Eu confiei minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor que monges como eu, não impus condições, não estabeleci meios ou maneiras, apenas pedi: manda o que ela precisa, chuva, sol, vento, neve, Tu o fizestes e Tu sabes”.

Nós, como os lírios dos campos crescemos, quer no sol, quer na chuva, e muito mais que os lírios, Deus nos tem amor, e trabalha para quem nele espera, acredite na vida, alguém está cuidando de você, mesmo que não saibamos exatamente o que pedir, se houver amor em nossos corações, receberemos o sol e a chuva na hora certa.

Baseado em texto do livro Mananciais no Deserto, via A Era do Espírito.

 

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REAÇÕES VIOLENTAS

Está se tornando algo comum as pessoas reagirem com violência ao mal que lhes acontece, ou àquilo que está em desacordo com os seus desejos. Exatamente como a criança indisciplinada reage, gritando, jogando coisas quando suas vontades não são atendidas, as pessoas estão se permitindo agredir, revidar. Quando o trânsito está lento há os que xingam a administração pública que não planeja vias melhores para o escoamento rápido dos veículos. Se a loja informa que o artigo em oferta acabou, há os que se acham no direito de agredir os funcionários, acusando-os de propaganda enganosa. Se o caixa se engana no troco, logo se afirma que ele é um indivíduo desonesto, desejando engordar o próprio salário. Se a empregada pede para sair um pouco mais cedo, dizendo que deve levar o filho ao médico, logo alguém diz que ela não deseja trabalhar, que está inventando mentiras. Se alguém esbarra em outra pessoa na rua, de imediato gritam alguns que o sujeito é mal educado, malcriado. Um abuso! Em síntese, estamos vivendo uma época de muita agressividade. E nos queixamos da violência que toma conta das ruas, sem atentarmos que nós mesmos, muitas vezes, também agimos com violência. Conta-se que um grande militar, desejando se espiritualizar, escolheu um sábio religioso e lhe perguntou: - Onde começa o inferno? O pensador experiente meditou e falou: - Por que um homem sem escrúpulos deseja saber onde começa o inferno? Cheio de armas destruidoras de vida, acerca-se de mim para perguntas tolas. O que espera que lhe diga, eu, que sou um homem de paz e justiça? Antes que continuasse, o militar o interrompeu, levantando a espada e exigindo, cheio de raiva, que o sábio o respeitasse. Sem qualquer receio, o homem velho esclareceu: - Aqui começa o inferno: na raiva descontrolada. O guerreiro compreendeu e num gesto rápido, tornou a colocar na bainha a espada, pedindo desculpas. O sábio então o esclareceu: - Homem, nesse seu gesto começa o céu. A raiva pode ser comparada a uma faísca portadora do poder de atear grandes incêndios. Basta uma palavra mal pensada, um gesto imprevisto para a gerar.   Quando solta, desencadeia conflitos inúteis e destruidores. O homem que alimenta a raiva e se deixa dominar por ela, se torna bruto e violento Os antídotos para a raiva são a humildade que leva o indivíduo a reconhecer a própria fragilidade; a paciência, que lhe permite acompanhar o desenvolvimento da questão; a tolerância que entende a dificuldade alheia; enfim, o amor que é abençoada luz em todas as circunstâncias.

A cólera é uma loucura breve. Horácio

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PALAVRAS PARA REFLEXÃO

"Quem aplica um castigo quando está irritado, não corrige, vinga-se." (Montaigne)


"Aquele que fala irrefletidamente, assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar." (Montesquieu)
 
"Precisamos calar para aprender a escutar direito." Anselm Grün,

"Calar significa proibir a si mesmo(a)  de condenar os outros, ou de julgá-los.  Quem cala dessa forma encontra  a paz interior."   Anselm Grün

"As feridas que causamos e as feridas que sofremos raramente são pesadas na mesma balança."  

Esopo (620 - 560 A .C.)
 
"Uma das formas de se exercitar e praticar a simplicidade  é não criar expectativas antes dos eventos,  não complicar as coisas durante os acontecimentos  e não remoer algo que já passou. Quem vive premeditando,  com expectativa aumentada perde a simplicidade e a paz interior." (Wu Jyh Cherng)

" Uma palavra carinhosa é capaz de aquecer três meses de inverno."  Provérbio Japonês

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A PARTE QUE NOS CABE

Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos. Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso. Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros. Mas o que fazer? Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto. Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros. Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles. Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários. Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes. Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes. Isso é promoção humana. Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais. Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria. Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza. Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca. Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo. São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação. Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso. Há tanto a ser feito. Tantos são os que sofrem. Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los. Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos. Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido. Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo. Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer? Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum? Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela? Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem. Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for. Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

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PEQUENOS LEMBRETES AO FREQUENTAR A CASA ESPÍRITA

*Procure chegar antes do início da reunião.

* Colabore com a ambientação, mantendo-se em silêncio .

* Desligue o celular antes do início da reunião . Esteja ligado com a Espiritualidade e não ao celular .

* O passe não é obrigatório , porém para melhor aproveitá-lo, mantenha-se sintonizado com a Espiritualidade .

 

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FEVEREIRO

SÊ  TU  QUEM  AMA

Não esperes pela ofensa de quem ainda te não pode compreender para exercitares o perdão. Reconcilia-te com a vida, com as leis que te regem, com os irmãos de experiência que seguem ao teu lado, cada dia. Cessemos a produção da crítica envenenada, apaguemos os impulsos de destruição, emudeçamos a palavra amarga, afastemo-nos em definitivo, da injúria, da maldade, da ingratidão. Não bastam afirmativas labiais de bondade. Não valem promessas constantemente adiadas de apaziguamento e colaboração. É indispensável pensar e agir em termos de amor, confiando alma e coração à fraternidade. Alguém nos desatende? Prossigamos servindo. Há quem nos atire espinhos da indiferença? Avancemos no plantio do bem. Se o clima social não nos favorece, saibamos favorecê-lo com a reafirmação de nossos testemunhos de trabalho incessante, no culto da consciência reta. Se a instituição a que pretendemos auxiliar não nos estende o concurso sincero, façamos silêncio e continuemos oferecendo o melhor de nós mesmos aos companheiros de ideal. Apaguemos a fogueira do ódio em nossas manifestações verbalísticas e acendamos a luz da solidariedade para com todos, a fim de que o nosso passo seja útil na senda de nossos semelhantes. O mundo está repleto de censores, de juízes gratuitos, de gênios da sombra, invariavelmente prontos a atacar e perturbar, de petroleiros da discórdia e da separação! Sê tu quem auxilie, quem encoraje a esperança, quem aclare o caminho e quem estende sobre a vida o manto da paz, e terás brilhando sobre ti a luz do Mestre Divino, que, em se imolando, por amor, na cruz do sacrifício, reconciliou o transviado homem da Terra com a Luz Celestial. Trevo de Idéias-Francisco Cândido Xavier/Emmanuel

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REGRAS DA FELICIDADE


Lembre-se de que os outros são pessoas que você pode auxiliar, ainda hoje, e das quais talvez amanhã mesmo você precisará de auxílio. Todo solo responde não somente conforme a plantação mas também segundo os cuidados que recebe. Aqueles que renteiam conosco nas mesmas trilhas evolutivas assemelham-se a nós, carregando qualidades adquiridas e deficiências que estão buscando liquidar e esquecer. Reflita nos arranhões mentais que você experimenta quando alguém se reporta irrefletidamente aos seus problemas e aprenda a respeitar os problemas alheios. Pensemos no bem e falemos no bem, destacando o lado bom dos acontecimentos, pessoas e coisas.
Toda vez que agimos contra o bem, criamos oportunidades para a influência do mal. Mostremos o melhor sorriso - o sorriso que nos nasça do coração - sempre que entrarmos em contato com os outros. Ninguém estima transitar sobre tapetes de espinhos. Evitemos discussões. Diálogo, na essência, é intercâmbio. Se você tem algo de bom a realizar, não se atrase nisso. Hoje é o tempo de fazer o melhor.Estime a tarefa dos outros, prestigiando-a com o seu entusiasmo e louvor na construção do bem. Criar alegria e segurança nos outros é aumentar o nosso rendimento de paz e felicidade.
Não contrarie os pontos de vista dos seus interlocutores. Podemos ter luz em casa sem apagar a lâmpada dos vizinhos.
Você é uma instituição com objetivos próprios dentro da Vida, a Grande Instituição de Deus. Os amigos são seus clientes e se você procura ajudá-los, eles igualmente ajudarão você. Se você sofreu derrotas e contratempos, apenas se deterá se quiser. A Divina Providência jamais nos cerra as portas do trabalho e, se passamos ontem por fracassos e dificuldades em nossas realizações, o Sol a cada novo dia nos convida a recomeçar.

Na Era do Espírito- Francisco Cândido Xavier e J.Herculano Pires/André Luiz

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O VERDADEIRO ESPÍRITA

“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.” – Allan Kardec O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente( aquele que professa) de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta. O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal. A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de “catóritas”.

Engraçado, não!? Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc? Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores uma contundente orientação doutrinário, além do Passe e da Água Fluidificada, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais. Texto de Jamil Salomão--recebido de www.oespiritismo.org.br PS- grifo nosso.

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“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” Bezerra de Menezes

 

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PALAVRAS DE MARCO PRISCO

Quando você afasta do piso uma casca de fruta deixada pela negligência de alguém, não pratica apenas um ato de gentileza. Evita que algum desavisado escorregue, sofrendo tombo violento. Ao ceder o lugar no transporte coletivo a um ancião, você não realiza um gesto de cortesia somente. Atende a um corpo cansado, poupando as energias de quem poderia ser seu genitor. Se você oferece braço moço à condução de um volume, poupando aquele que o carrega, não pratica unicamente uma delicadeza. Contribui fraternalmente para o júbilo de alguém que, raras vezes, encontra ajuda. Portando a boa palavra em qualquer situação, você não atende exclusivamente à finura do trato. Realiza entre os ouvintes o culto do verbo são, donde fluem proveitosos e salutares ensinamentos. Silenciando uma afronta em público, você não atesta apenas o refinamento social. Poupa-se à dialogar violento, que dá margem a ódios irremediáveis. Se você oferece agasalho a algum desnudo, não só atende à delicadeza humana, por filantropia. Amplia a cultura da caridade pura e simples. Ao sorrir, discretamente, dando ensejo a um desafeto de refazer a amizade, você não age tão-somente em tributo à educação. Apaga mágoas e ressentimentos, enquanto "está no caminho com ele". Procurando ajudar um enfermo cansado a galgar e vencer dificuldades, você não procede imbuído apenas de gentileza. Coopera para que a vida se dilate no debilitado, propiciando-lhe ensejos evolutivos. Atendendo impertinente criança que o molesta, num grupo de amigos, você não se situa só na formosura da conduta externa. Liberta um homem futuro de uma decepção presente. No exercício da gentileza, a alma dilata recursos evangélicos e vive o precioso ensino do Mestre ao enfático doutor da lei, com afabilidade e doçura, quando Ele afirmou: "Vai e faze o mesmo!".

Autor: Marco Prisco (espírito) Psicografia de Divaldo Franco. Da obra: Glossário Espírita-Cristão

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FORTALEZA

 


"Sabendo que a tribulação produz fortaleza" - Paulo (Romanos, 5:3)
Quereis fortaleza? Não vos esquiveis à tempestade.


Muita gente pretende robustecer-se ao preço de rogativas para evitar o serviço áspero.Chegada a preciosa oportunidade de testemunhar a fé, internam-se os crentes, de maneira geral, pelos caminhos largos da fuga, acreditando-se em segurança. Entretanto , mais dia menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos. Julgam-se, então, perseguidos e abandonados.

Semelhantes impressões, todavia, nascem da ausência de preparo interno. Esquecem-se os imprevidentes de que a tempestade possui certas funções regeneradoras e educativas que é imprescindível não menosprezar. A tribulação é a tormenta das almas.Ninguém deveria olvidar-lhe os benefícios.
Quando a verdade brilhar, no caminho das criaturas, ver-se-á que obstáculos e sofrimentos não representam espantalho para os homens, mas sim quadros preciosos de lições sublimes que os aprendizes sinceros nunca podem esquecer
Que seria da criança sem a experiência?que será do espírito sem a necessidade?
Aflições, dificuldades e lutas são forças que compelem à dilatação de poder, ao alargamento de caminho.
É necessário que o homem, apesar das rajadas aparentemente destruidoras do destino, se conserve de pé, desassombradamente, marchando,firme,ao encontro dos sagrados objetivos da vida.Nova luz lhe felicitará, então, a esfera íntima, conduzindo-o desde a terra, à gloriosa ressurreição no plano espiritual.

Esc
utemos as palavras de Paulo e vivamo-las! Ai daqueles que se deitarem sob a tempestade! Os detritos projetados do monte pelas correntes do aguaceiro poderão sufocá-los, arrastando-os para o fundo do abismo. Emmanuel- Chico Xavier. do livro: Vinha de Luz

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Se os que se dizem investidos de poder divino revelam sinais de uma missão de natureza elevada, isto é, se possuem no mais alto grau as virtudes cristãs e eternas: a caridade, o amor, a indulgência, a bondade que concilia os corações; se, em apoio das palavras, apresentam os atos, podereis então dizer: Estes são realmente enviados de Deus.

E.S.E, cap. XXI, item 8

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Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, é falta de habilidade para tolerar.

Saiba que, quanto mais forte você é, menos se deixará perturbar por adversidades ou oposição.

Assim como o oceano absorve tudo o que vai até ele, se você é realmente forte, aceita tranqüilamente os altos e baixos da vida.

E lembre-se sempre do velho ditado que diz: os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios; da mesma maneira, a violência é o instrumento daqueles que são ou estão vazios internamente.

As pessoas que absorvem a essência da espiritualidade nunca usam da agressão, porque sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força.

(Brahma Kumaris)

EVANGELIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL

Em breve o CEAK estará retomando as atividades da Evangelização Infanto-Juvenil.

Se você conhece alguma criança maior de 5 anos ou algum jovem, procure-nos para maiores informações

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MARÇO

 

O Caranguejo

RIichard Simonetti

(O Reformador, abril, 1999).

 

O pregador anunciou:

- Meus caros amigos, tenho três notícias. Uma boa e duas más.

Um murmúrio percorreu a comunidade reunida.

O que estaria acontecendo?

- A primeira notícia má, algo que todos já notaram: nosso templo está em péssimas condições Necessita de uma reforma.

Expectativa...

- A notícia boa: temos o dinheiro! Sorrisos.

- A outra notícia má: o dinheiro ainda está no bolso de vocês!

Essa pitoresca história ajusta-se com perfeição às lides espíritas:

Há dinheiro para sustentar e dinamizar os Centros Espíritas, em reformas e ampliação de serviços.

Só há um probleminha: Está no bolso dos espíritas .

À luz da Doutrina, particularmente do apelo fundamental contido na máxima de Kardec – Fora da Caridade não há Salvação – os Centros bem orientados transformam-se em células atuantes e empreendedoras envolvendo, além da atividade doutrinária, a assistência e a promoção de famílias carentes, em creches, berçários, hospitais, escolas, albergues, lares da infância e da velhice...

Está implícita nos textos doutrinários uma permanente convocação às atividades voluntárias em favor do bem comum.

É preciso estar muito distraído ou indiferente para não perceber isso.

Infelizmente, partindo do princípio de que o Espiritismo é a doutrina da consciência livre, essas iniciativas ficam ao arbítrio das pessoas que, mesmo quando se conscientizam, tendem a estabelecer cotas mínimas de participação e contribuição.

Isso ocorre particularmente em relação ao dinheiro, o chamado vil metal, quando usado em interesses pessoais, mas que poderia ser transformado em metal nobre para atender às carências humanas.

Em muitos Centros esse assunto é tabu. Alega-se que falar em dinheiro passaria a impressão de que estamos cobrando por benefícios prestados àqueles que buscam ajuda espiritual.

Cotizam-se alguns diretores para pagar despesas básicas – zelador, água, luz, telefone, limpeza...

Quando se cogita de qualquer novidade, envolvendo um serviço

assistencial, a pintura inadiável, a ampliação necessária, a despesa inesperada, dão tratos ao bestunto os dirigentes, pensando em almoços, bazares, feiras, sorteios, campanhas de jornais, livros, vidro, garrafas, alumínio, plástico, e tudo o mais que possa render alguns trocados

É louvável, mas seria muito mais prático e produtivo se todos se dispusessem a contribuir regularmente, considerando que integram uma sociedade espírita que, como ocorre com todas elas, deve exigir de seus participantes o cumprimento de determinados deveres estatutários, a começar por um elementar – pagar uma contribuição mensal.

Outra questão espinhosa: o valor da contribuição.

Geralmente as pessoas oferecem suas sobras.

Justamente por isso muitos não contribuem.

É que, segundo seus programas, há sempre compromissos inadiáveis que absorvem as disponibilidades.

- Estou reformando minha casa...

- Viajarei de férias...

- Troquei de automóvel...

- Ampliei meus negócios...

- Fiz investimentos...

- Meu filho entrou na faculdade...

- Há gente doente em casa...

Oportuno lembrar a passagem evangélica da viúva pobre, em Lucas, 21:1-4:

¨Olhando Jesus, viu os ricos lançarem as suas ofertas no gazofilácio [onde eram depositadas as oferendas] Viu também uma viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas .

E disse:

Em verdade vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos. Todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu todo o sustento que tinha¨ .

A observação do Mestre é de clareza meridiana...

Enquanto nossas contribuições girarem em torno de sobras, pouco faremos, porquanto na contabilidade dos interesses particulares sempre falta o necessário.

Mesmo generosos saldos credores são registrados como reserva técnica para atender a problemas eventuais.

Resultado – nunca sobra nada.

A experiência demonstra que quando superamos essa tendência e nos dispomos a contribuir generosamente, somos recompensados com bênçãos que o dinheiro não pode comprar.

Lembro-me de um amigo, comprometido com a usura.

Para desespero seu, gastava muito com problemas de saúde, pessoais e familiares.

Nunca tinha disponibilidades a oferecer, sempre temeroso de lhe faltarem recursos para atender aos males que se sucediam.

Um dia criou coragem, livrou-se do caranguejo (as pessoas muito apegadas parecem ter o crustáceo no bolso, guardando seu dinheiro).

Com grande constrangimento, timidamente em princípio, começou a usar os seus haveres para atender às carências alheias.

Para sua surpresa, quanto mais oferecia, menos gastava com médicos e remédios. Uma boa troca.

Poderíamos, em favor dessa tese, lembrar que: Quem dá aos pobres empresta a Deus.

Considerando que, em última instância, tudo pertence a Deus, somos apenas depositários do dinheiro que amoedamos.

A mordomia justa e perfeita será sempre aquela que nos leva a atender os filhos de Deus com seu próprio dinheiro, transitoriamente confiado à nossa administração.

Vale lembrar, a esse propósito, o célebre conto de Tagore, em que um aldeão, procurado pelo Senhor da Vida, deu-lhe apenas um grão do trigo que trazia em seu alforje.

Depois, em casa, constatou que no lugar do grão doado estava uma gema preciosa.

E lamentou o parcimonioso doador: - Tolo que fui! Deveria ter entregado todo o trigo ao Senhor da Vida!

O valor da contribuição e sua regularidade são um assunto resolvido pelos evangélicos. Com base em textos bíblicos, estabelecem o dízimo, a décima parte do rendimento dos fiéis, entregue mensalmente à igreja.

Uma serviçal doméstica ganhava perto de dois salários mínimos. Antes de qualquer iniciativa, retirava os sagrados dez por cento para a igreja que freqüentava, embora lhe fizessem falta. Viúva, tinha quatro filhos pequenos.

Não obstante, contribuía religiosamente, considerando que seria um “roubo” ficar com o “dinheiro de Deus”.

Poderemos questionar tamanho rigor, não obstante a lição de Jesus, mas é inegável que dá resultado. Os profitentes( aqueles que professam) levam à sério a necessidade de contribuir e com isso as igrejas brotam em todos os bairros e o movimento cresce a olhos vistos.

De moto-próprio deveríamos fixar uma porcentagem sobre rendimentos, destinada às obras espíritas, superando um problema que é freqüente nos Centros Espíritas:

O dinheiro para a necessária reforma, a pintura, a instalação do serviço assistencial, a publicação do periódico, a biblioteca, a livraria espírita, e muito mais, permanece seqüestrado pelo caranguejo em nosso bolso.

Comentário final : Você está com um caranguejo em seu bolso ?

 

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NÃO ESMOREÇAS

"Não temas as coisas que tens de sofrer..." - Apocalipse, 2:10.

Confia na Divina Providência que te deu a vida, e nunca esmoreças. Ainda que os teus melhores propósitos apareçam frustrados, não te desencorajes nas empresas de elevação.

Perseverança é a base do êxito na realização de todas as boas obras. Ainda que as tuas mais belas esperanças se esfumem, ao toque de inesperados desenganos, não te abatas sob o peso de inquietações desnecessárias.

Recomeço de ação desmantelada é construção de segurança.. Ainda que te acusem indebitamente, com recordação de delitos dos quais não tiveste o mínimo conhecimento, não te afastes dos encargos que a existência te reservou.

O tempo falará por ti, no momento oportuno. Ainda que a tarefa em tuas mãos se mostre aparentemente perdida, não desesperes.

Fracasso é lição para que se faça o melhor. Ainda mesmo que essa ou aquela enfermidade te ameace a estabilidade orgânica, não desanimes.

O Auxílio Invisível da Espiritualidade Superior possui veículos inúmeros de socorro, a fim de trazer-nos reequilíbrio e renovação. Ainda mesmo quando as afeições mais queridas te deixem a sós, não te permitas entorpecer os braços ante o frio da solidão.

O amparo da Vida Maior te guiará no rumo de corações outros que te abençoem a presença e te garantam as energias para que não falhes nas realizações edificantes para as quais te diriges.

Seja qual for a provação que te assinale o caminho, jamais esmoreças.

Mantém-te na confiança em Deus e espera por Deus, trabalhando e servindo na edificação do bem de todos, tanto quanto isso se te faça possível, porque Deus também confia, esperando por ti. (Emmanuel, Chico Xavier in Recado do Além).

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A TORRE DE MARFIM

Se escreves ou falas, na construção das verdades do espírito, não te distancies dos outros, a tal ponto que eles não possam aproveitar e compreender.

Impróprio viver de modo exclusivo no passado ou no futuro.

Para atender, hoje, convenientemente ao vizinho, não precisas abordar-lhe a residência, ocupando uma cadeirinha medieval ou fazendo acionar um foguete de Astronáutica.

Lamentável o emprego de linguagem empolada ou fora de uso. Pura ironia deitar consolo em sânscrito a pessoas desalentadas e tristes, neste momento, junto de nós.

Inadequado derramar intelectualidade excessiva, a propósito de todas as ocorrências. O rio que lhe dá de beber não desemboca dentro de sua casa, mas sim pede torneira humildade que lhe gradue e corrente.

Contra-senso trancar-se no conhecimento superior, a pretexto de que a ignorância senhoreia os demais. Ouro que não auxilia a ninguém, no critério da vida, é inferior ao calhau que defende uma planta. Inútil fugir ao exame dos problemas da Humanidade por mais escabrosos sejam.

Só porque se faça música sublime numa sala terrestre, não quer dizer que executores e ouvintes estejam imunizados contra a dor de cabeça

Desistamos de ensinar quais fôssemos anjos. Os sábios, para estudarem as constelações, no cimo dos observatórios não prescindem do pão que a terra produz.

Loucura menosprezar o trabalho dos outros. A cooperação de que te vales na vida, queiras ou não, começa no lugar onde conversas, tanto quanto no papel ou na tinta com que grafas o pensamento.

Disparate enxergar valor somente no brilho da inteligência, menoscabando as outras atividades.

O sol refletindo no areal do deserto é um deslumbramento de luz mas arrasa qualquer caravana desprevenida.

Se desejas edificações espirituais, abraça o povo. Recorda o Cristo descendo de remotas paragens do firmamento em auxílio dos homens, do contrário, podes ser um gigante de sensibilidade e cultura, mas não passarás de um tesouro pensante, em torre de marfim.

( André Luiz –psicografia de Waldo Vieira, in livro "Sol nas Almas")

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SERVIÇO

 

Serviço é a linha divisória que separa os dois maiores grupos do mundo:

Aqueles que ajudam e aqueles que obstruem; aqueles que elevam e aqueles que se apóiam; aqueles que contribuem e aqueles que consomem.

O que posso fazer para entrar no grupo dos que servem o mundo?

Dar coragem.

Mostrar interesse.

Acabar com o medo.

Construir autoconfiança.

Despertar a esperança nos outros.

Amá-los e mostrar isto em minhas ações

(B. Kumaris, in Meditação e Qualidade de Vida).)

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PALAVRAS DE MARCO PRISCO

(Psicografia de Dilvado Franco).

SUGESTÕES


Seu triunfo e libertação dependem do esforço desenvolvido para atingir a meta que você objetiva.
Cuide do seu íntimo - fiscalize a mente.

No equilíbrio originário da segurança interior, surge a paz inspiradora da felicidade irradiante.
Comece a felicidade onde sua realização felicite alguém e "guarde a calma na luta", que "é sempre um sinal de força e confiança".


Afeiçoe-se ao conhecimento e estude sem cessar. A ignorância que se retrai deixa campo à felicidade que se expande.
Transforme a própria fé num Evangelho de ações superiores. A maior religião e a mais necessária é aquele que, fundamentando-se na crença em DEUS, na imortalidade da alma e na Justiça Divina pelo renascimento, se converte em bênção a favor de todos.
Fé ativa, fé consoladora - religião idelal..

 

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ABRIL

EXIGE A MORAL ESPÍRITA UMA CONDUTA ESPONTÂNEA ?

Há uma tendência bastante forte, no meio espírita, para um tipo de moral religiosa que se caracteriza pelo artificialismo. Compreende-se que grande número de pessoas, em conseqüência das heranças do passado e dos exemplos de presente, não consigam adotar outra forma de conduta. Mas não é justo que os espíritas mais esclarecidos, de mente suficientemente aberta para as novas perspectivas que a doutrina abre sobre o mundo, continuem a formalizar-se na vida social.

O Espiritismo, ensina Kardec: "é uma questão de fundo e não de forma". De nada vale o exagero nas boas maneiras, a voz macia e os extremos de pureza formal, — não comer carne, não fumar, não tomar bebidas alcoólicas, não freqüentar festas mundanas, não contar nem ouvir anedotas picantes, — se o coração não estiver limpo. A pureza que o Espiritismo nos ensina é interior. Deve, por isso mesmo, reger a nossa conduta, em vez de esperarmos que uma conduta artificial nos purifique.

Quando o Espiritismo ensina que os formalismos do culto exterior são inúteis, ensina também que toda exterioridade sem raízes no coração é igualmente inútil. E é o mesmo que Jesus ensinava, ao repelir os formalismos da hipocrisia farisaica. Veja-se o caso do ascetismo, da fuga ao mundo, às responsabilidades. pesadas da vida em sociedade, que o Espiritismo condena como produto do egoísmo. Se a encarnação é a nossa possibilidade de relações com pessoas e meios sociais, a que estamos ligados em virtude do passado, é claro que devemos aproveitar essa oportunidade e não inutilizá-la. Estamos, agora, no lugar certo, como diz uma recente mensagem mediúnica, e seria prejudicial fugirmos a ele.

O espírita não tem motivo algum para retornar às práticas da moral farisaica. A doutrina lhe ensina a espontaneidade, a naturalidade, e a correção dos seus erros e dos seus defeitos na própria relação com os semelhantes. É na vida de relação que podemos evoluir. Querer forçar a evolução com abstenções e atitudes falsas, seria iludir-nos a nós mesmos e também aos outros, o que é ainda mais grave. Ninguém vira santo por meio de fórmulas. Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, como Jesus ensinou, mas o que sai da boca. Nossa conduta deve refletir o que somos, e por isso devemos cuidar muito mais do nosso coração do que das nossas aparências.

O Homem Novo de J. Herculano Pires

 

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UM ENSINAMENTO QUE FICOU

A luta ia acesa.Trabalhos. Dificuldades,iincompressões. Chico, ao lado de José Xavier, perseverava...

Uma noite, porém, experimentava enorme fadiga. E à hora da reunião, perguntava a si mesmo:

— Valia a pena combater? Por que dedicar-se à mediunidade se Jesus já estivera no mundo e, tudo ensinando, não fora compreendido? Não seria melhor entregar a Nosso Senhor a Terra com tudo o que pertence à vida dos homens?

Foi então que a mãezinha desencarnada recomendou-lhe que abrisse o Novo Testamento, o que Chico fez pela primeira vez,,esclarecendo-lhe que o Evangelho tem sempre uma resposta para nossas dúvidas.

O filho abriu o Código Divino, ao acaso, e leu no versículo 1, do Capítulo 1, dos Atos dos Apóstolos; “... no primeiro livro, ó Teófilo, relatei todas as coisas que Jesus começou a fazer e ensinar”.

A entidade carinhosa, acordando-o para o dever a cumprir, observou:

— Reparou, meu filho? Pela narração dos Apóstolos, ficamos sabendo que o Evangelho relata as maravilhas que Jesus começou a fazer e a ensinar...

Aprendamos a cooperar com Ele, porque ainda estamos muito longe da conclusão do Reino de Deus na Terra que Nosso Senhor está construindo.

E o ensinamento ficou, exigindo meditação...

Lindos casos de Chico Xavier, por Ramiro Gama.

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CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

 

Os Espíritos não vêm isentar o homem da lei do trabalho: vêm unicamente mostrar-lhe a meta que lhe cumpre atingir e o caminho que a ela conduz, dizendo-lhe: Anda e chegarás. cap. XXV, item 4.

Até ao presente, a fé não foi compreendida senão pelo lado religioso, porque o Cristo a exalçou como poderosa alavanca e porque o têm considerado apenas como chefe de uma religião. Entretanto, o Cristo, que operou milagres materiais, mostrou, por esses milagres mesmos, o que pode o homem, quando tem fé, isto é, a vontade de querer e a certeza de que essa vontade pode obter satisfação cap. XIX, item 12.

O homem que não se considere suficientemente bom para exercer salutar influência, não deve por isso abster-se de orar a bem de outrem, com a idéia de que não é digno de ser escutado. A consciência da sua inferioridade constitui uma prova de humildade, grata sempre a Deus, que leva em conta a intenção caridosa que o anima. cap. XXVII, item 14.

Está no pensamento o poder da prece, que por nada depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda parte e a qualquer hora, a sós ou em comum. A influência do lugar ou do tempo só se faz sentir nas circunstâncias que favoreçam o recolhimento. cap. XXVII, item 15.

 

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TODOS NÓS PRECISAMOS...

Todos nós precisamos da verdade , porque a verdade é a luz do espírito, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela a fantasia é capaz de suscitar a loucura, sob o patrocínio da ilusão. Entretanto, é necessário que a caridade lhe comande as manifestações para que o esclarecimento não se torne fogo devorador nas plantações da esperança.

Todos nós precisamos da justiça , porque a justiça é a lei, em torno de situações, pessoas e coisas: fora dela, a iniqüidade é capaz de premiar o banditismo, em nome do poder. Entretanto, é necessário que a caridade lhe presida as manifestações para que o direito não se faça intolerância, impedindo a recuperação das vítimas do mal.

Todos nós precisamos da lógica , porque a lógica é a razão em si mesma, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela, a paixão é capaz de gerar crime, à conta de sentimento. Entretanto, é necessário que a caridade lhe inspire as manifestações,para que o discernimento não se converta em vaidade, obstruindo os serviços da educação.

Todos nós precisamos da ordem , porque a ordem é a disciplina, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela. O capricho é capaz de estabelecer a revolta destruidora, sob a capa dos bons intentos. Entretanto, é necessário que a caridade lhe oriente as manifestações para que o método não se transforme em orgulho, aniquilando as obras do bem.

Cultivemos a verdade, a justiça, a lógica e a ordem, buscando a caridade e reservando, em todos os nossos atos, um lugar para ela, porquanto a caridade é a força do amor e o amor é a única força com bastante autoridade para sustentar-nos a união fraternal, sob a raiz sublime da vida, que é Deus.

É por isso que Allan Kardec, cônscio de que restaurava o Evangelho do Cristo para todos os climas e culturas da Humanidade, inscreveu nos pórticos do Espiritismo a divisa inolvidável, destinada a quantos lhe abraçam as realizações e os princípios: - Fora da caridade não há salvação .

(Do livro Estude e Viva, Emmanuel e André Luiz, psicografia Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)

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SE DECIDES...

Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:

Que  todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação;

- Que  toda pessoa  se  reveste de importância particular em nosso caminho;

- Que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de  alguém;

- Que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;

- Que sem amor não há base firme nas construções espirituais;

- Que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;

- Que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;

- Que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;

- Que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;

- Que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;

- E que, em suma, não basta pedir aos Céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus...

Emmanuel, psicografia de

Chico Xavier in : "Paz e Renovação"

 

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LENDA JAPONESA


Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio. Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulo, apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos,ofendeu seus ancestrais.

Durante horas, fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.

E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. - O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.

Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir ...

(Autoria desconhecida. Grifos nossos).

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A FÉ DE UMA CRIANÇA

Foi na áfrica central. No abrigo improvisado das missionárias, uma mulher entrou em trabalho de parto.

Apesar de todos os esforços da equipe, ela não resistiu e morreu, logo após dar à luz um bebê prematuro. Sua filhinha de dois anos começou a chorar e não havia o que a pudesse consolar.

Não havia eletricidade e, portanto, era complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora. Ele foi colocado em uma caixa e envolto em panos de algodão.

Bem depressa alguém foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente. Mesmo morando na linha do equador, as noites eram, por vezes, frias e sopravam aragens traiçoeiras. Logo descobriram que a única bolsa para água quente estava rompida. “Que fazer?” – pensou a responsável.

Providenciou para que o bebê ficasse em segurança tão próximo quanto possível do fogo. À noite, para protegê-lo das lufadas de vento frio, as moças deveriam dormir entre a porta e o bebê.

Na tarde seguinte, a missionária foi orar com as crianças do orfanato. Para as incentivar à oração, ela fez uma série de sugestões e lhes contou a respeito do bebê. Explicou a dificuldade em mantê-lo aquecido, sem a bolsa de água quente. Também disse que o bebê poderia morrer de frio.


Mencionou ainda a irmãzinha de 2 anos que não parava de chorar a ausência da mãe.


Então, uma menina de 10 anos se ergueu e orou em voz alta: “Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã talvez já seja tarde, porque o bebê pode não agüentar. Por isso, manda a bolsa ainda hoje. E...  Deus, já que estás cuidando disso mesmo, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha dele, para que saiba que também a amas de verdade.”

A missionária nem conseguiu dizer assim seja. Poderia Deus fazer aquilo? O único jeito de Deus atender o pedido da menina seria por encomenda de sua terra natal, via correio. Ela lembrou que estava na áfrica central há 4 anos.

Nunca havia recebido uma encomenda postal de sua casa. E mesmo que alguém tivesse a idéia de mandar um pacote, quem pensaria em mandar uma bolsa de água quente, para um local na linha do Equador?

Naquela tarde, um carro estacionou no portão da casa e deixou um pacote de 11 kg .  na varanda. As crianças do orfanato rodearam o pacote. Quarenta olhos arregalados acompanharam a abertura. Eram roupas coloridas e cintilantes. Havia também ataduras, caixinhas de passas de uva e farinha. E, bem no fundo, uma bolsa de água quente, novinha em folha.

Rute, a garota que pedira a bolsa, na prece, gritou:  “Se Deus mandou a bolsa, mandou também a boneca.”

Será? E lá estava ela. Linda e maravilhosamente vestida. Olhando para a missionária, Rute perguntou:

“Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Deus a ama muito?”

O pacote fora enviado há 5 meses, por iniciativa de uma ex-professora da missionária, que resolveu enviar uma bolsa de água quente, sem mesmo saber porquê.

Uma das suas auxiliares, ao fechar o pacote, decidiu mandar uma boneca. Tudo isso, cinco meses antes, em resposta a uma oração de uma menina de 10 anos que acreditou, fielmente, que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.

E há quem duvide que Deus é onipresente e onisciente !

Equipe de Redação do Momento Espírita, texto de autoria ignorada,tradução do Rev.  Oscar Lehenbauer

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COSTURINHA

O CEAK convida as irmãs que saibam costurar, bordar, fazer pintura em tecido, tricô ou crochê, para participarem do grupo da Costurinha, O CEAK distribui, anualmente , 240 enxovais para recém-nascidos Fale conosco . Horário- 4as.feiras das .13.30 às 16.30 horas.

 

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EVANGELIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL

As Evangelizadoras e os evangelizandos, adquiriram o saudável hábito de procurar, nos jornais e na televisão, o que chamamos de BOAS NOTÍCIAS .

Ou seja, notícias relacionadas com a ecologia, atos demonstrativos de caridade e solidariedade e todas que apresentem um vínculo com os Ensinamentos de Amor de Jesus e com a Doutrina Espírita.

No ano de 2008, foram selecionadas mais de 300 notícias e algumas, escolhidas pelas próprias crianças, foram colocadas no Painel do DIJ , na sala do CEAK.

 

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ESPÍRITAS ! AMAI-VOS , EIS O PRIMEIRO ENSINAMENTO; INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO.

Todas as verdades se encontram no Cristianismo. Os erros que nele se enraizaram são de origem humana. Eis que de além túmulo, que acreditáveis ser o nada, vozes vos gritam: Irmãos, nada tem fim; Jesus Cristo é o vencedor do mal; sede vós os vencedores da incredulidade.-

O Espírito de Verdade, Paris,1861-E.S.E. ,cap. 6, item5

 

BIBLIOTECA DO CEAK

Sigam o conselho do Espírito de Verdade. O CEAK possui uma vasta biblioteca , que se encontra á disposição dos frequentadores da casa.

Procurem-nos e saibam como é feito o empréstimo de nosso acervo.

 

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MAIO

CORAÇÕES DISTANTES

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”

“Gritamos porque perdemos a calma”   disse um deles.

“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?” Questionou novamente o pensador.

“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça” , retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. 

Então ele esclareceu: “Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?  

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não  necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”

Por fim, o pensador conclui, dizendo:

"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta". 

Pense nisso! 

Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.

Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.

Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você.”


Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em ensinamento atribuído ao pensador indiano, Meher Baba.

www.momento.com.br

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PARADOXO DO NOSSO TEMPO

George Carlin

 

 

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.

Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TVdemais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamosfreqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anosà nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais Informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casa chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas , dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado sempre.

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MAU HUMOR

Se o mau humor te envolve à maneira de sombra sufocante, procura examinar-lhe as origens, a fim de que possas liquidá-lo, tão rapidamente quanto possível.

  • Caso alguma dívida te preocupe, não será com aspereza que conseguirás os recursos preciosos, de modo a resgatá-la.
  • Doença quando aparece, solicita remédio e não intolerância para curar-se.
  • Necessitando da cooperação de alguém para determinado empreendimento, a carranca não te angariará simpatia.
  • Contratempos em família não se desfazem com frases vinagrosas.
  • Se pretendes adquirir companheiros e colaboradores, a irritação é um antigo processo de perder amizades.
  • Lembra-te de que ninguém consegue algo realizar sem os outros e de que os outros não são culpados por nossas indisposições e insucessos.
  • Ninguém sabe até hoje onde termina o mau humor e começa a enfermidade.
  • Não se sabe de ninguém até agora que o azedume tenha auxiliado
  • Se você deseja livrar-se dessa máscara destruidora, cultiva a paciência e aprende a sorrir.

Emmanuel (Do livro "Calma", Chico Xavier,

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A DIVINA TRILOGIA

A ciência é luz.
A filosofia é trabalho.
A religião é amor.

A luz esclarece.
O trabalho aperfeiçoa.
O amor santifica.

Com a ciência experimentamos.
Com a filosofia concluímos.
Com a religião edificamos.

A luz sem trabalho e sem amor pode reduzir-se à beleza inútil.
O trabalho sem amor e sem luz pode ser mera perturbação.
O amor sem luz e sem trabalho pode converter-se em egoísmo fanático.

A ciência, por isso, é senda do progresso. A filosofia, por essa razão, é estrada para o conhecimento.
E a religião, por esse motivo, é caminho para a sublimação espiritual.

A luz exalta a inteligência.
O trabalho enriquece a razão.
O amor diviniza o sentimento.
Com a ciência o homem descobre a casa em que nasceu para a imortalidade, com a filosofia, aprende a viver e com a religião desenvolve as próprias asas que o transportarão à excelsitude imperecível a que se destina.
Façamos, assim de nosso roteiro espírita, com Jesus, o templo vivo, em que a ciência seja cultivada, em que a filosofia se erga em altar de nosso respeito e em que a religião seja alimento de cada

E, alicerçada nessa trilogia de valores universais, estejamos convictos de que faremos de nossa fé o santuário sublime que nos conduzirá do mundo renovado aos Eternos braços de Deus. Emmanuel in "Vida e Caminho", Francisco C. Xavier.

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O PÃO ESPIRITUAL

O pão espiritual, amassado em luz invisível, É alimento do coração – constante e durável. Dado embora em migalhas – é valor infinito .

Semente de sabedoria – tornar-se-á celeiro farto, Minuto de esclarecimento – rasga horizontes eternos,

Verbo silencioso – criará mundos novos, Toque de fé – salvará muitas vidas, Bênção de amor – renovará o estímulo apagado

Gota de consolação – amenizará muitas dores, Água da vida – fecundará campos mortos,

Dom divino – sustenta milhares de criaturas, Réstia de esperança – erguerá desesperados,

Pétala da paz – elimina incêndios da discórdia. Raio de luz – descerra caminhos ocultos

Dádiva de compreensão – extingue as sombras da ignorância e do ódio.

Abençoadas sejam as mãos – que cooperam à Mesa Imperceptível de Deus,

Acrescentando esse pão – sublime e imperecível... Distribui-o, em torno de teus passos,
E semearás gloriosos destinos,

Desfazendo as trevas em derredor, Arando o chão duro dos corações cristalizados no mal,

Restituindo a visão aos cegos dos vales da morte

,Devolvendo alegria aos tristes,

Levantando os que tombaram.

Socorrendo náufragos.

Enriquecendo os pobres de luz.

Abrindo portas redentoras

Rompendo muralhas e fronteiras. E unindo almas no Grande Amor...

Segue, mundo afora, espalhando-lhe as graças. Na certeza de que o Cristo é o Pão que desceu do Céu!

André Luiz in ¨Correio Fraterno¨. Psicografia de Francisco Cândido Xavier .

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O ESPETÁCULO DA VIDA
Augusto Cury

 

Que você seja um grande empreendedor.
Quando empreender, não tenha medo de falhar
Quando falhar, não tenha receio de chorar.
Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.

Encontre um oásis em seu deserto.
Os perdedores vêem os raios.
Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar.
Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos.
Os vencedores começam tudo de novo.

Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo.
Não seja escravo dos seus pensamentos negativos.
Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção.
O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha.
Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.

Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo.
Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida.
Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão.
Ninguém é igual a você no palco da vida.
Você é um ser humano insubstituível.

Por isso, desejo que você jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos.
Seja profundamente apaixonado pela vida. pois a vida é um espetáculo imperdível.

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COMO SE MEDE UMA PESSOA

 

 Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento: ela é enorme para você ,   quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e   respeito ,   quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena para você , quando só pensa em si mesma , quando se comporta de uma maneira pouco gentil , quando fracassa justamente no momento em que  teria que   demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas : a amizade , o respeito , o carinho , o zelo e, até mesmo , o amor .

Uma pessoa é gigante para você , quando se interessa pela sua vida ,   quando   busca alternativas para o seu crescimento , quando sonha junto com   você .

 É pequena , quando desvia do assunto .

  Uma pessoa é grande , quando perdoa, quando compreende, quando se  coloca no   lugar do outro , quando age, não de acordo com o que esperam dela, mas  de   acordo com o que espera de si mesma .

 Uma pessoa é pequena , quando se deixa reger por comportamentos clichês .

 Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um  relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas   semanas . Uma   decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande . A   ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo .

 É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se centímetros e metros , mas de ações e reações , de expectativas e frustrações .

  Uma pessoa é única ao estender a mão , e ao recolhê-la,   inesperadamente , se   torna mais uma.

 O egoísmo unifica os insignificantes . Não é a altura , nem o peso , nem  os   músculos que tornam uma pessoa grande ... É a sua sensibilidade , sem tamanho...

William Shakespeare, autor inglês.

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CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

(...) ¨Segundo a idéia muito falsa de que não se pode alterar a sua própria natureza, o homem se julga dispensado de fazer esforços para se corrigir dos defeitos nos quais se satisfaz de bom grado, ou que lhe exigiram muita perseverança para serem eliminados ¨. Cap. IX, item 10.

 

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JUNHO

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma . É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... (Fernando Pessoa-poeta português).

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Poucas coisas são necessárias para transformar inteiramente uma vida: bastam amor no coração e um sorriso nos lábios". Martin Luther King Jr., orador, pastor protestante,

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"As maiores mudanças do mundo são realizadas lenta e gradativamente, sem erupções ou revoluções. O mesmo acontece com a vida espiritual de cada um". Leon Tolstoi, escritor russo

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ESMOLA E CARIDADE

Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e, não obstante, é a mais difícil de ser praticada.

Exemplos? Eis alguns: Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos. Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto desprezível de quem se julgue superior a nós.

Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade. Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentâneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.

Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia. Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.

Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhassemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo o de o levar a efeito. Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de T.V. de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.

Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico. Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.

Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estimulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados. Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.

Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal. Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.

Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social. Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.

Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração. Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.

E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes. Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.

Porquê? É porque esse tipo de caridade não transpõe as fronteiras de nosso mundo interior, não transparece, não chama a atenção, nem provoca glorificações.

Nós traímos, empregamos a violência, tratamos ou outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimos sob a inspiração do amor ao próximo, via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.

Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade! Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidas de espírito de renúncia para praticá-la. Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque " a caridade é o cumprimento da Lei ."

Calligaris, Rodolfo. Da obra: As Leis morais . 8a edição. Rio de Janeiro, FEB 1998

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CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

 

(...) ¨Segundo a idéia muito falsa de que não se pode alterar a sua própria natureza, o homem se julga dispensado de fazer esforços para se corrigir dos defeitos nos quais se satisfaz de bom grado, ou que lhe exigiram muita perseverança para serem eliminados ¨. Cap. IX, item 10.

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ANOTE HOJE

Anote quanto auxílio poderá você prestar ainda hoje. Em casa, pense no valor desse ou daquele gesto de cooperação e carinho. No relacionamento comum, faça a gentileza que alguém esteja aguardando conforme a sua palavra. No grupo de trabalho, ouça com bondade a frase menos feliz sem passá-la adiante.

Ofereça apoio e compreensão ao colega em dificuldade. Estimule o serviço com expressões de louvor. Quanto puder, procure resolver problemas sem alardear seu esforço.

Em qualquer lugar, pratique a boa influência. Desculpe faltas alheias, consciente de que você também pode errar.

Observe quanto auxílio poderá você desenvolver no trânsito, respeitando sinais. Acrescente paz e reconforto à dadiva que fizer. Evite gritar para não chocar a quem ouve. Pague a sua pequena prestação de serviço à comunidade, conservando a limpeza, por onde passe.

Sobretudo, mostre simpatia e reconhecerá que o seu sorriso, em favor dos outros, é sempre uma chave de luz para que você encontre novas bênçãos de Deus.

Chico Xavier. In ¨: Amanhece .¨ André Luiz. GEEM .

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MEMÓRIA ESPIRITA

CARLOS TORRES PASTORINO

Nascido em 4 de novembro de 1910 e desencarnado em Brasília - DF em 13 de junho de 1980.

Era mais conhecido por Prof. Pastorino e era filho de José Pastorino e Eugênia Torres Pastorino. Desde criança demonstrou inusitada inteligência e vocação para a vida eclesiástica com apenas 14 anos de idade, em 1924, recebeu os diplomas de Geografia, Corografia(1) e Cosmografia, do Colégio D. Pedro II e, logo em seguida, ainda no mesmo ano, o diploma de Bacharel em Português, no mesmo colégio. Viajou para Roma a fim de cursar o Seminário, onde, em 1929, foi diplomado pelo Cardeal Basilio Pompili, para a Ordem Menor de Tonsura. Formou-se em Filosofia e Teologia em 1932, sendo ordenado sacerdote em 1934.

Abandonou a vida eclesiástica da Igreja Católica Romana, quando, em 1937, aguardava promoção para diácono. Surpreendeu-se com a recusa do Papa Pio XII, em receber o Mahatma Gandhi em seu tradicional traje branco. O Colégio Cardinalício exigia que o grande líder da Índia vestisse casaca, para não quebrar a tradição das entrevistas dos chefes de Estado. O Prof. Pastorino, diante dessa recusa, imaginou que se Jesus visitasse o Vaticano, não se entrevistaria com o Papa, pois vestia-se de forma similar a Gandhi, e jamais se sujeitaria ao rigor exigido pela Igreja.

Regressou de imediato ao Brasil e desenvolveu intensa atividade pedagógica. Ingressou no Instituto Italo-Brasileiro de Alta Cultura, como professor de Latim e Grego, cargo que exerceu de 1937 a 1941. Em 1938, recebeu o registro de Professor de Psicologia, Lógica e História da Filosofia do Ensino Secundário. Foi também professor de Espanhol.

Em paralelo com o magistério, exercia atividades jornalísticas, como correspondente dos Diários Associados . Foi Adido Cultural e Jornalístico da Academia Brasileira de Belas Artes. Sócio de inúmeras Sociedades Esperantistas, no Brasil e no exterior. Delegado especializado (Faka Delegito) da Universidade Esperanto Asocio, com sede na Holanda foi fundador da Sociedade Brasileira de Esperanto, no Rio de Janeiro. Sua bibliografia é extensa, com mais de 50 livros publicados e outros tantos inéditos.

Escritor, jornalista, teatrólogo, radialista, historiador, filólogo, filósofo, professor, poliglota, poeta e compositor. Falava fluentemente vários idiomas, legando-nos inúmeros livros didáticos. Traduziu obras de vários autores ingleses, franceses, espanhóis, italianos, clássicos latinos e gregos.

No dia 31 de maio de 1950, terminava a leitura de O Livro dos Espíritos , de Allan Kardec, que recebera por empréstimo de um seu colega do Colégio D. Pedro II. Nesse dia declarou-se espírita, data que guardava com muito carinho. Passou a freqüentar o Centro Espírita Júlio César, no Grajaú, o qual foi sua escola inicial de Espiritismo. No dia 8 de janeiro de 1951, com um grupo de abnegados companheiros, fundava o Grupo Espírita Boa Vontade, posteriormente mudado para Grupo de Estudos Spiritus, para não haver confusão com a Legião da Boa Vontade.

No Grupo de Estudos Spiritus, nasceu o Lar Fabiano de Cristo, o boletim SEI (Serviço Espírita de Informação). Fundou a Livraria e Editora Sabedoria e a revista com o mesmo nome, prestando relevantes serviços à Doutrina, no terreno cultural.

O professor Carlos Torres Pastorino realizou muitas palestras no Rio de Janeiro e em vários outros Estados. Participou ativamente de Congressos, Semanas Espíritas, Simpósios, Cursos e tantos outros eventos. Fez-se sócio de inúmeras instituições espíritas e colaborou com a imprensa espírita nacional e do exterior. De sua vasta bibliografia espírita, destaca-se Minutos de Sabedoria , que bate todos os recordes de vendagem, já em várias edições Sabedoria do Evangelho , publicado em fascículos na revista Sabedoria e Técnicas da Mediunidade , excelente livro sobre o assunto.

O grande sonho do Prof. Pastorino era criar uma Universidade Livre, para ensinar Sabedoria. Em 1973 recebeu, por doação, do Dr. Miguel Luz, famoso médico paulista, já desencarnado, magnífico terreno numa área suburbana de Brasília, denominada Park Way , onde iniciou as obras da Universidade. Já com algumas dependências construídas, passou a residir no local, para administrá-la. Chegou a realizar vários cursos, estando a sua Biblioteca em pleno funcionamento, com o respeitável número de 8000 volumes, adquiridos ao longo de sua existência, toda voltada para a cultura geral e o bem-estar da Humanidade.

Foi casado com Da. Silvana de Santa M. Pastorino, deixando três filhos maiores e sete netos. Deixou também um casal de filhos menores do segundo casamento.

(1) corografia- descrição ou representação de um país, região ou área geográfica particular, num mapa ou carta, que explicita visualmente, através de código(s), as suas características mais notáveis

Baseado no livro: Personagens do Espiritismo de Antônio de Souza Lucena e Paulo Alves Godoy - Ed. FEESP - 1ª ed. - 1982 - SP – Brasil

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Muitas vezes as qualidades morais são como a douração feita num objeto de cobre, que não resiste a pedra de toque. Pode um homem possuir reais qualidades que o apontam ao mundo como um homem de bem? Mas posto sejam um progresso nem sempre essas qualidades resistem a certas provas e por vezes, basta tocar a corda do interesse pessoal para o por a descoberto.   In ¨ O Livro dos Espíritos cap. XII , obra codificada por Allan Kardec¨.

 

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CAMPANHA SOLIDÁRIA

Coopere com a obra do Hospital Pedro Alcântara.

Mais informações–telefones 2273.3366 ou 3293. 2400

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JULHO

 

GENTILEZA

 

Quando você afasta do piso uma casca de fruta deixada pela negligência de alguém, não pratica apenas um ato de gentileza. Evita que algum desavisado escorregue, sofrendo tombo violento.
Ao ceder o lugar no transporte coletivo a um ancião, você não realiza um gesto de cortesia somente. Atende a um corpo cansado, poupando as energias de quem poderia ser seu genitor.

Se você oferece braço moço à condução de um volume, poupando aquele que o carrega, não pratica unicamente uma delicadeza. Contribui fraternalmente para o júbilo de alguém que, raras vezes, encontra ajuda.

Portando a boa palavra em qualquer situação, você não atende exclusivamente à finura do trato. Realiza entre os ouvintes o culto do verbo são, donde fluem proveitosos e salutares ensinamentos.
Silenciando uma afronta em público, você não atesta apenas o refinamento social. Poupa-se à dialogação violenta, que dá margem a ódios irremediáveis.

Se você oferece agasalho a algum desnudo, não só atende à delicadeza humana, por filantropia. Amplia a cultura da caridade pura e simples.

Ao sorrir, discretamente, dando ensejo a um desafeto de refazer a amizade, você não age tão-somente em tributo à educação. Apaga mágoas e ressentimentos, enquanto "está no caminho com ele".

Procurando ajudar um enfermo cansado a galgar e vencer dificuldades, você não procede imbuído apenas de gentileza. Coopera para que a vida se dilate no debilitado, propiciando-lhe ensejos evolutivos.

Atendendo impertinente criança que o molesta, num grupo de amigos, você não se situa só na formosura da conduta externa. Liberta um homem futuro de uma decepção presente.

No exercício da gentileza, a alma dilata recursos evangélicos e vive o precioso ensino do Mestre ao enfático doutor da lei, com afabilidade e doçura, quando Ele afirmou: "Vai e faze o mesmo!".

Marco: Prisco ,psicografia de Divaldo Franco.in ¨ Glossário Espírita-Cristão ¨.

GENTILEZA E POLIDEZ

 

Na língua portuguesa existem palavras com vários significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que estão inseridas.

A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicionários, quer dizer: “de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; amável.” E a palavra polidez quer dizer “caráter ou qualidade do que é polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.” Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressupõem atitudes nobres.

No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e não ser ética e nem moralmente correta.

Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez não está, necessariamente, agindo com bondade, eqüidade, complacência e gratidão.

O excesso de polidez e de gentileza pode até ser muito inconveniente.

É por isso que o ditado popular: “é polido demais para ser honesto” , tem sua razão de ser.

Aquele que é gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, às vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade alguém.

"Levada muito a sério, a polidez é o contrário da autenticidade. Os muito polidos são como crianças grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveniências.”

Assim, entende-se que uma pessoa polida não deve ser, só por esse fato, considerada virtuosa.

A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz adquirida pelas regras de etiqueta, e não ter ressonância no interior da alma.

Uma pessoa pode ser gentil e enérgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.

Pessoas que nunca contrariam ninguém, não podem estar sendo honestas nem verdadeira.

Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com moderação, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.

Já uma pessoa vil não deixa de ter mau caráter pelo fato de ser polida.

Geralmente esse equívoco de interpretação confunde a análise e julga-se mais pela aparência do que pela essência.

É por isso que um gentil cavalheiro, ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhecíveis, pela grosseria de seus atos e gestos.

Isso porque a provocação não resiste à pedra de toque , às mazelas internas rompem o verniz, e a criatura mostra-se tal qual é: uma fera.

Nesses momentos usa todas as armas possíveis para agredir, sem mensurar se há justiça ou não em suas atitudes insanas.

Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgirão as intimidações dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que estão investidas de algum poder, atrás do qual se protegem.

Quando não se tem argumentos lógicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a “carteirada” ou a força bruta.

Jesus, o grande Sábio de todos os tempos, disse: Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, que são semelhantes a sepulcros caiados, vistosos por fora mas cheios de podridão por dentro. Assim também vós, por fora pareceis justos aos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e maldade .

É essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro caráter do indivíduo, que está escondido por trás da polidez ou da falsa gentileza.

Por tudo isso vale construir um bom caráter de dentro para fora, pois ninguém poderá se manter por muito tempo sobre bases falsas.

Seja essencialmente gentil, e sua gentileza se exteriorizará naturalmente, tão natural como o ato de respirar.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap.  20 de O Livro da Virtudes de Sempre , de autoria de Ramiro Marques, Landy Editora, e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.

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CANTINHO DO EVANGELHO

SEGUNDO O ESPIRITISMO

 

.As montanhas que a fé desloca

E.S.E. cap. XIX, item 2.

 

E m qualquer dificuldade, asilemos o pensamento na oração. Ante a luz da prece, os problemas se reduzem e a paz triunfa, invariável. Emmanuel

 

 

CONCEITUAÇÃO ESPÍRITA SOBRE O BEM E O MAL


A proposta do espiritismo é a mesma de Jesus: resgatar os homens de sua imersão profunda nas espessas sombras do mal, através da prática corajosa e assídua do bem

"As circunstâncias dão ao bem e ao mal uma gravidade relativa. O homem comete, freqüentemente, faltas que, mesmo decorrentes da posição em que a sociedade o colocou, não são menos repreensíveis; mas que o responsabilizam na razão e nos meios que ele tiver para compreender o bem e o mal. É assim que o homem esclarecido que comete uma simples injustiça é mais culpável aos olhos de Deus que o selvagem que se entrega aos instintos". Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos


O que caracteriza a Doutrina Espírita e a torna facilmente assimilável é a sua objetividade. Pode-se dizer que o Espiritismo é uma doutrina de síntese. Avessa à elocubrações teólogo-filosóficas estéreis, ela vai direto ao coração através do raciocínio e do bom senso. Sua mensagem é convincente, satisfaz os mais básicos anseios existenciais do ser humano.

Para os espíritos superiores não há como abordar a questão do bem e do mal sem enfatizar a moral, que é a regra da boa conduta e, portanto, da distinção entre o bem e o mal. Por sua vez, a moral funda-se na observação da lei de Deus. O homem se conduz bem quando faz tudo tendo em vista o bem e para o bem de todos, porque então observa a lei de Deus, ensinam eles.

Assim, a tão complicada questão do bem e do mal, que tantas controvérsias interpretativas ainda traz, sobretudo às esferas da religião e da filosofia, perde seu sentido paradoxal na clareza do ensinamento dos espíritos superiores. O bem é tudo o que está de acordo com a lei de Deus, e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é se conformar à lei de Deus; fazer o mal é infringir essa lei, ensinam os espíritos a Allan Kardec.

Não há margem para dubiedade: Jesus vos disse: vede o que quereríeis que vos fizessem ou não; tudo se resume nisso.

Assim não vos enganareis —enfatizam. E com isso, alicerçam o fundamental conceito espírita de ação e reação, o que nos possibilita compreender o funcionamento das leis de justiça divina. Para o espiritismo a criatura não é punida nem é recompensada por Deus, mas sim, colhe aquilo que espontaneamente semeou, através de sua conduta e suas obras, conforme muito bem explicou Jesus.

Por que o mal se encontra na natureza das coisas?

Pergunta profundamente filosófica esta de Kardec aos espíritos que o assessoravam durante a compilação de O Livro dos Espíritos . E eles respondem: Já te dissemos: os espíritos foram criados simples e ignorantes. Deus deixa ao homem a escolha do caminho: tanto pior para ele se seguir o mal; sua peregrinação será mais longa. Se não existissem montanhas, não poderia o homem compreender que se pode subir e descer; e se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É necessário que o espírito adquira experiência e para isto é necessário que ele conheça o bem e o mal; eis porque existe a união do espírito e do corpo.

Os espíritos ainda esclarecem que o mal depende, sobretudo, da vontade que se tenha em fazê-lo e que o homem é tanto mais culpado quanto melhor sabe o que faz.

Não basta não fazer o mal; é preciso fazer o bem

Outro conceito importante, na questão do bem e do mal, é a de que não é suficiente apenas deixarmos de fazer o mal para nos mostrarmos agradáveis a Deus, tentando assegurar uma situação futura. É preciso fazer o bem, no limite das próprias forças, pois cada um responderá por todo o mal que tiver ocorrido por causa do bem que deixou de fazer.

Mas este conceito ainda vai além, como um roteiro seguro para a nossa jornada evolutiva na Terra. Enfatizam os espíritos: Não há ninguém que não possa fazer o bem; somente o egoísta não encontra jamais ocasião de praticá-lo. É suficiente estar em relação com outros homens para se fazer o bem e cada dia da vida oferece essa possibilidade a quem não estiver cego pelo egoísmo, porque fazer o bem não é apenas ser caridoso, mas ser útil na medida do possível, sempre que o auxílio se faça necessário.

Portanto, a proposta do espiritismo é a mesma de Jesus: resgatar os homens de sua imersão profunda nas espessas sombras do mal, através da prática corajosa e assídua do bem.

Citações: O Livro dos Espíritos , de Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo

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A IDÉIA DE DEUS

 

Viviam, num edifício de sete andares, moradores cujos olhos jamais tinham contemplado a luz do sol, a não ser através das vidraças diversamente coloridas de cada pavimento. Encerrados nos limites de seu pequeno mundo, cada qual fazia uma idéia diferente quanto à cor da luz solar.

Os moradores do primeiro pavimento diziam que era vermelha, porque vermelhos eram os vidros, através dos quais se habituaram a vê-la.

Os do segundo pavimento diziam, por sua vez, que era alaranjada, porque alaranjados eram os vidros pelos quais ela diariamente se filtrava.

Os do quarto, diziam que era verde. Os do quinto, azul. Os do sexto, anil e os do sétimo diziam que era violeta.

Certo dia, porém, um morador mais inteligente e indagador resolveu sair do edifício e, surpreendido com a luz do sol, que lá no alto se decompunha na policromia do arco-íris, compreendeu logo que cada morador havia apreendido somente uma parcela da verdade.

Tudo se passava exatamente como se cada um deles, em seu próprio pavimento, tivesse a visão limitada a uma faixa apenas, dentre as sete faixas luminosas do espectro solar.

A luz do sol era realmente da cor sob que cada qual a tinha visto, mas era também muito mais do que isso: era a síntese das sete cores.

Assim como cada morador via o Sol, assim também cada criatura humana vê Deus.

Situado em diferentes faixas da evolução, cada um O verá sob um aspecto diferente, segundo a diversa coloração de seu entendimento.

Chegará, no entanto, um dia em que a criatura transcenderá os augustos limites de seu mundo e compreenderá Deus, em sua essência, na síntese de seus atributos.

(Do livro “O Primado do Espírito” , de Rubens Costa Romanelli

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"O tempo presente é o único no qual podemos reparar o passado e construir o futuro".( Santo Agostinho, Bispo de Hipona, 354-430)

 

 

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MEMÓRIA ESPIRITA

Albert de Rochas D´Aiglum


"Albert de Rochas observou com verdadeiro critério científico a produção dos fenômenos espíritas, e revelou o mecanismo do desdobramento astral."

Nascido em Saint-Firmin, Alpes, França, no dia 20/05/1837, sendo natural de grande família provinciana que possuiu o feudo d´Aiglum, perto do Digne, desde metade do século XV, até o advento da Revolução Francesa. Incontáveis foram os cientistas que, no século passado, inquiriram as investigações animados do propósito de descobrir fraudes, pois a sua maioria era composta de cépticos que não admitiam, mesmo da forma mais remota, que os fenômenos pudessem existir. Eles queriam ver para crer.

O Cel. Albert de Rochas foi um desses valorosos pesquisadores. Ele persistiu, viu, sentiu a plenitude da verdade bafejando aquilo que ele até então julgava inverossímil. Em face da realidade inegável dos fatos, ele não trepidou em render-se à evidência.

Promovido a comandante de batalhão, em 1889. Entretanto, a fim de atender à sua natural inclinação para o estudo científico, abandonou as atividades militares, passando para o Exército territorial no posto de Tenente-Coronel.

Alcançaram grande projeção os trabalhos militares e científicos do Coronel de Rochas, porém, neste ligeiro resumo biográfico, nos prenderemos apenas aos seus estudos no campo do Magnetismo e do Espiritismo. Estudou a polaridade, contribuiu para a classificação atual das fases do estado sonambúlico, observou com verdadeiro critério científico a produção dos fenômenos espíritas, descobriu a exteriorização da sensibilidade, até então apenas suspeitada, e revelou o mecanismo do desdobramento astral. O Magnetismo e o Espiritismo muito devem a esse notável sábio, pois ele publicou uma dezena de importantes obras sobre matérias pertinentes a eles, procurando sempre destacar a sobrevivência da alma.

De sua bibliografia, salientamos: Forças não Definidas
A Levitação , O Fluido dos Magnetizadores ,Os Estados Superficiais da Hipnose ,A Exteriorização da Motricidade ,As Fronteiras da Física ,Os Eflúvios Odicos

 

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EVANGELIZAÇÃO INFANTIL- NOTÍCIAS

Por iniciativa das Evangelizadoras, os Evangelizandos estão sendo incentivados,desde 2008, a trazer para as reuniões , notícias de fatos relevantes para a humanidade . Ou seja, notícias de jornais, televisão ou rádio, que trazem mensagens de atitudes condizentes com os ensinamentos de Jesus e com a Doutrina Espírita. Até agora, tivemos 294 ¨ boas notícias ¨.

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PEQUENOS LEMBRETES

*Procure chegar antes do início da reunião.

* Colabore com a ambientação, mantendo-se em silêncio .

* Desligue o celular antes do início da reunião . Esteja ligado com a Espiritualidade e não ao celular .

* O passe não é obrigatório , porém para melhor aproveitá-lo, mantenha-se sintonizado com a Espiritualidade .

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AGOSTO

Fé raciocinada: segundo Jesus, a maior fé!

Alexandre Fontes da Fonseca

http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/ARTIGOS/ArtigosGRs/FE_RACIOCINADA_AF.html

 

Jesus, após ouvir o Centurião (Mt, VIII, 5-13), afirma que jamais viu tamanha fé em toda Israel ! Um estudo mostra claramente que a fé do Centurião foi uma fé raciocinada.

 

Um dos princípios básicos do Espiritismo é a fé raciocinada . O capítulo XIX do Evangelho Segundo o Espiritismo 1 é inteiro dedicado ao estudo da fé. Kardec, primeiro, analisa o poder da fé em remover as mais difíceis montanhas morais que atrapalham o progresso da humanidade. As características da fé são também analisadas. “A fé sincera e verdadeira é sempre calma” diz Kardec no ítem 3 do referido capítulo, mostrando que “a calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança” e que a violência apenas denota a fraqueza e insegurança daquele que assim procede para resolver seus problemas.

Kardec analisa, também, o poder da fé na ação magnética dos fluidos sobre a matéria. Ele diz que “aquele que a um grande poder fluídico normal junta ardente fé, pode, só pela força da vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenômenos de cura e outros, tidos antigamente por prodígios, mas que não passam de efeito de uma lei natural”. É por essa razão que os discípulos de Jesus não puderam curar o moço lunático na passagem de Mateus, cap. XVII, vv. 14 a 20.

Em seguida, Kardec analisa a fé religiosa e apresenta a condição da fé inabalável . A fé pode ser cega ou raciocinada . No primeiro caso, a fé nada examina e aceita sem controle o falso e o verdadeiro 1 . Aquela que tem a verdade por base é a única que pode resistir às transformações devido ao progresso do conhecimento. Dessa forma, Kardec apresenta a condição da fé inabalável: “ Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade ” (Ítem 7, cap. XIX, Evangelho Segundo o Espiritismo 1 ).

Kardec não fica apenas na análise do assunto. Ele exemplifica o exercício da fé raciocinada ao preparar, por exemplo, o conteúdo do capítulo XXIII do Evangelho Segundo o Espiritismo 1 , Moral Estranha , onde ele analisa algumas passagens em que Jesus faz afirmativas que ao pé da letra são contrárias à mensagem de amor contida no Evangelho. Ao invés de aceitar sem questionar o conteúdo dessas passagens, Kardec as analisa sob a luz da razão e do bom senso, retirando delas lições preciosas para todos nós.

Uma das passagens evangélicas de grande expressão é aquela conhecida como “Jesus e o Centurião” . Caibar Schutel 2 analisa essa passagem retirando valiosíssimos ensinamentos sobre a humildade e a fé. Em resumo, nessa passagem, Jesus é interpelado por um Centurião ao entrar em Cafarnaum: “Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico (...)” 3 . Jesus, então, respondeu-lhe: “eu irei curá-lo” 3 . O Centurião, demonstrando enormes conquistas no terreno da humildade, exclamou que não se sentia digno de receber Jesus em sua casa mas “dize somente uma palavra e o meu criado há de sarar.” 3 . O ponto que nos interessa nessa matéria vem das seguintes palavras do Centurião proferidas após a que acabamos de citar: Porque também sou homem sujeito à autoridade e tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: vai ali, e ele vai; a outro: vem cá, e ele vem; ao meu servo: faze isto, e ele o faz. (destaque em negrito feito por nós). Caibar Schutel sintetiza: “(...) foi esta a Fé, engrandecida pelos conhecimentos, purificada pela humildade, santificada pela prece na pessoa do centurião, que o mestre justificou, dizendo: ‘Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé!' ” .

Schutel destacou o fato de que a fé do Centurião estava “engrandecida pelos conhecimentos” como um dos fatores para a exclamação de Jesus perante ele. Nós aqui desejamos destacar que isso nada mais significa que o Centurião usou aquilo que chamamos de fé raciocinada .

Jesus reconhecia que o Centurião era uma pessoa boa e que o servo doente, certamente, merecia a cura de sua moléstia. Por isso afirmou que iria curar o doente. Porém, o Centurião disse que ao invés de ir à sua casa, bastava Jesus dizer uma palavra que o servo estaria curado. E para mostrar que entendia como isso era possível o Centurião expôs um raciocínio , uma analogia . Assim como ele, uma autoridade militar, tinha soldados e servos sob suas ordens, Jesus, uma autoridade moral, também tinha Espíritos que cumpriam suas determinações. O que é isso senão um simples, porém legítimo raciocínio ?

Após o raciocínio do Centurião , Jesus demonstrou enfaticamente sua aprovação e apoiou essa manifestação de fé ao dizer que nunca tinha visto tamanha fé em toda Israel !

Essa passagem evangélica é muito simples e não tem sentido figurado. Tanto o Centurião em seu raciocínio, quanto Jesus na sua exclamação, foram muito claros. A maior fé de Israel não era a dos discípulos que conviviam com Jesus, mas sim de um homem que soube aliar a pureza de seus sentimentos com a simplicidade da razão e do bom-senso.

A análise de Caibar Schutel de toda essa passagem evangélica é muito instrutiva e merece ser lida e estudada por todos. E não tenhamos nenhum receio em afirmar que Jesus aprovou a fé raciocinada. Não foi a toa que os Espíritos superiores ensinaram que a verdadeira fé possui a compreensão das coisas e é a única capaz de sobreviver ao progresso da razão em qualquer época.

Referências

1 . Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo , Editora FEB, 112ª Edição, 1996.

2 . Caibar Schutel, Parábolas e Ensinos de Jesus , Casa Edi tora O Clarim, 12ª Edição, 1987 .

3 . Mateus, VIII, 5-13. (Uma transcrição dessa passagem pode ser lida no livro da referência 2).

Revista Internacional de Espiritismo , Janeiro, pp. 627-628, (2006)

 

" O LÁPIS "

 

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E, por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade.

Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando.

Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
E disse:

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- No entanto, a avó respondeu – tudo depende do modo como você olha as coisas.

cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo:

Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.
Essa mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzí-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador.

Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado.

Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado.

Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas a grafite que está dentro.
Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca.

Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

Se seguirmos os ensinamentos de Jesus, e deixá-lo cuidar do "Lápis" que somos, com certeza, a solidão e o vazio, não terão espaço em nossas vidas.

(desconhecemos a autoria ).

cepaq

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CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

 

O dever é a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida, encontra-se desde os menores detalhes, assim como nos mais elevados atos.

(...) O dever reflete , na prática, ,todas as virtudes morais; é uma fortaleza da alma que enfrenta as angústias da luta; é severo e dócil; inflexível perante suas tentações. O homem que cumpre sue dever ama, mais a Deus do que as criaturas, e às criaturas mais do que a si mesmo . Cap. 17, ítem7

 

cepaq

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MEMÓRIA ESPIRITA

BEZERRA DE MENEZES- Síntese biográfica...

Stig Roland Ibsen –www.universoespirita.org.br

1831  nasce em 29 de agosto, no Riacho do Sangue, Estado do Ceará sendo seus pais: Antônio Bezerra de Menezes e Fabiana de Jesus Maria Bezerra.

 1838 entra para a escola pública da Vila do Frade.

1842 continua seus estudos no Rio Grande do Norte, Serra do Martins, Vila da Maioridade.

1844 com 15 anos de idade, substitui algumas vezes o professor nas aulas de latim.

1846 completa seus estudos preparatórios no Liceu de Fortaleza.

1851 embarca em 5 de fevereiro para a Corte a fim de fazer o curso de Medicina.

1852 praticante e interno no Hospital da Santa Casa da Misericórdia.

1856 doutora-se em Medicina, obtendo em todos os anos do curso a nota "Optima cum Laude"!

1857 sócio efetivo da Academia Imperial de Medicina.

1858 cirurgião-tenente do corpo de saúde do Exército.

casa-se em 6 de novembro com D. Maria Cândida de Lacerda.

1859 redator dos Anais Brasilienses de Medicina até 1861.

1860 a insistência dos moradores da freguesia de São Cristóvão inclui seu nome na lista de candidatos à vereança do Partido Liberal.

1861 empossado no cargo de vereador demite-se do cargo de Secretário interino do Corpo de Saúde do Exército.

1863 falece sua esposa D. Maria Cândida de Lacerda em 24 de março, deixando-lhe dois filhos.

1864 reeleito para o cargo de Vereador para o período 1864/68.

1865 casa-se em 21 de janeiro com D. Cândida Augusta de Lacerda Machado com quem teve sete filhos.

1867 presidente interino da Câmara Municipal da Corte.

deputado Geral pelo Distrito da Corte.

1873  reeleito vereador para o Distrito da Corte até 1881.

1875 inicia o estudo do Espiritismo.

1877 presidente interino da Câmara Municipal da Corte.

1878 presidente efetivo da Câmara Municipal da Corte até 1881, 

-novamente Deputado Geral pelo Distrito da Corte até 1885.

inclusão de seu nome na lista Senatorial do Ceará.

1879 homenagem dos súditos portugueses residentes na Corte ofertando-lhe seu retrato a óleo em tamanho natural pelo pintor Augusto Rodrigues Duarte.

1885 encerra suas atividades políticas no cargo de Presidente da Câmara Municipal e deputado Geral Pelo Distrito da Corte.

  1886 em 16 de agosto proclama, pùblicamente, sua adesão ao Espiritismo.

  1887 inicia sob o pseudônimo de MAX uma série de artigos doutrinários espíritas em "O Paiz", jornal dirigido por Quintino Bocayuva e no "Reformador", órgão da Federação Espírita Brasileira.

1889 presidente da Federação Espírita Brasileira e do Centro Espírita do Brasil.

 1890 Vice-Presidente da Federação Espírita Brasileira.

Representação em defesa do Espiritismo ao Marechal Deodoro da Fonseca

 1891 Vice-Presidente da Federação Espírita Brasileira.

Traduz o livro "Obras Póstumas" de Allan Kardec, editado em 1892.

1893 Representação em defesa do Espiritismo ao Congresso Nacional.

1894 Diretor efetivo do Centro da União Espírita de propaganda no Brasil.

  1895   Presidente da Federação Espírita Brasileira. Reeleito Presidente até sua desencarnação ocorrida em:

  1900 Desencarna , dia 11 de abril às 11 horas e 30 minutos no Rio de Janeiro.

 

ARTIGOS E OBRAS PUBLICADAS

 

- Diagnósticos do Câncer.
- Algumas considerações sobre o cancro, encarado pelo lado do seu tratamento.
- Das operações reclamadas pelo estreitamento da uretra.
- Biografia do Visconde do Uruguai, Paulino José Soares de Souza.
- Biografia do Visconde Caravelas, Manoel Alves Branco.
- A Escravidão no Brasil, e medidas que convém tomar para extingui-la sem dano para a Nação.
- Breves considerações sobre as secas do Norte.
- Os Carneiros de Panúrgio.
- A Doutrina Espírita como Filosofia Teogônica ou Uma Carta de Bezerra de Menezes.
- A Loucura sob Nôvo Prisma.
- Espiritismo, (Estudos Filosóficos).
- Os Mortos que Vivem.
- Segredos da Natura.
- A Pérola Negra.
- Evangelho do Futuro.
- Lázaro, o Leproso.
- História de um Sonho.
- O Bandido.
- A Casa Assombrada.
- Viagem através dos Séculos.
- Casamento e mortalha, (incompleto).
- Redigiu a "A Sentinela da Liberdade" no período de 1869/70.
- Artigos doutrinários espíritas no jornal "O Paiz" no período de 1877 a 1894.
- Redator 7 chefe do "Reformador", órgão da Federação Espírita Brasileira.

 

O ESPIRITISMO NOS SOLICITA UMA ESPÉCIE PERMANENTE DE CARIDADE - A CARIDADE DA SUA PRÓPRIA DIVULGAÇÃO."

Emmanuel - do cap 40 , livro Estude e Viva

 

AMBIENTAÇÃO

Trinta minutos antes da palestra , é realizada a ambientação, com a leitura de textos psicografados por Chico Xavier, a fim de harmonizar o ambiente. CHEgUE CEDO, PARTICIPE !!

E LEMBRE-SE : DESLIGUE O CELULAR E CONECTE-SE COM A ESPIRITUALIDADE

 

 

cepaq

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SETEMBRO

VIGIEMOS O PENSAMENTO, POIS ELE É PODEROSO DEMAIS

 

Podemos conceituar o pensamento como um fluxo de idéias, símbolos e associações, cujos elementos consistem em agrupar e coordenar imagens, em lhes apreender as conexões constituídas, a fim de retocá-las e agrupá-las em novas correlações mais ou menos originais ou completas, segundo a maior ou menor potência intelectual do indivíduo, junto com a capacidade de percepção e comparação, para promover a associação de idéias.

O processo pelo qual se opera o fenômeno do pensamento é problema que a ciência oficial não pôde, até hoje, desvendar. Podemos interpretar o "pensamento" como algo que se tem "em mente", quando se reflete com o propósito de se conhecer algo e entender alguma coisa.

Quanto à mente, é algo abstrato, equivalente ao espírito, à inteligência, e pela qual entendemos o que dentro dela se encontra sob a forma de idéia, de conceito e de representação.
O pensamento tem como objeto: as coisas, ou melhor, as idéias das coisas e é, sem dúvida, força criadora de nossa própria alma e, por isto mesmo, é a continuação de nós mesmos. Através dele, atuamos no meio em que vivemos e agimos, estabelecendo o padrão de nossa influência, no bem ou no mal.

Filosoficamente, observemos que há a realidade que depende da existência de um observador e a realidade que independe do observador para existir. Elementos como átomos, força, gravidade, fotossíntese, são exemplos do que existe independentemente do observador - é a realidade natural. Em contrapartida, dinheiro, propriedade e governo são exemplos que dependem de nós para existir - é a realidade social, cultural, existencial. O peso que as idéias ou palavras exercem sobre nossas ações, sobre nossos estados emocionais, sobre a construção de nossas vidas, quase sempre é imenso.

O pensamento atua à feição de onda, com velocidade muito superior à da luz, e a mente é o dínamo gerador de força criativa. Sendo matéria, a onda mental é formada por corpúsculos, os quais Andre Luiz denominou de "partículas mentais, a se expressarem como ONDAS e FORMAS MENTAIS." (1) Em situações extraordinárias da mente, excitação dos micros "núcleos atômicos mentais", quais sejam, as emoções profundas, as dores indivisíveis, as laboriosas e aturadas concentrações de força mental ou as súplicas aflitivas, o domínio dos pensamentos emite raios muito curtos, teoricamente semelhantes aos que se aproximam dos raios gama.

Decididamente, muito de nossas ações só acontece porque pensamos algo, desejamos algo, acreditamos em algo, tememos algo, ou seja, há um estado subjetivo que provoca um tipo de movimentação no mundo concreto. Se isso é fato - e é difícil, empiricamente, duvidar desse fato - então, a interferência do que pensamos sobre o que vivemos é muito maior do que, habitualmente, imaginamos. Desta forma, o dito popular, "cuidado com o que você pensa", possui um sentido muito mais amplo. A rigor, nossos pensamentos interferem e determinam nossas ações, nossos posicionamentos, e o mundo em que vivemos se constitui a partir da interferência dessas nossas ações sobre ele.

Temos, então, pensamentos que geram ações, que geram pensamentos, que geram ações. Ações que geram o mundo, que gera ações. O pensamento do outro que constitui o meu pensamento, que constitui o pensamento do outro. Quais os limites, as linhas divisórias entre esses elementos? Creio não ser possível estabelecer esses limites, ou seja, quando um elemento termina e o outro começa. Não há fronteiras, territórios específicos do pensar, do agir, do eu, do outro. A constatação da fluidez de nosso pensar e, consequentemente, de nossas ações, enfim, daquilo que somos, talvez permita uma melhor compreensão de como viver em um mundo, onde não haja uma única possibilidade, mas todas as possibilidades, ou seja, onde tudo seja possível.

Sob o ponto de vista espírita, "nosso espírito residirá onde projetarmos nossos pensamentos, alicerces vivos do bem e do mal". (2) Os pensamentos negativos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável, ou seja, o otimismo é expansão da luz e o pessimismo é condensação da sombra. Os infelizes imaginam que o vento geme; os alegres e cheios de otimismos confirmam que ele canta, até porque a vida tem o colorido que lhe damos, pois o mundo é como um espelho: devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

Os fluidos que envolvem os Espíritos obsessores, ou que estes projetam, são viciados, variando de acordo com o grau de imperfeição de cada um, ao passo que os que envolvem os Benfeitores espirituais, ou que eles emitem, são puros, tanto quanto comporta o grau de perfeição moral que tenham conquistado. "O pensamento é o gerador dos infracorpúsculos ou das linhas de força do mundo subatômico, criador de: correntes de bem ou de mal, grandeza ou decadência, vida ou morte, segundo a vontade que o exterioriza e dirige." (3)

Outro aspecto a considerar é que tanto os bons pensamentos quanto os maus, emitidos por um ser encarnado, afetam, consideravelmente, as mentes de irmãos, também encarnados, em faixas mentais equivalentes. É imprescindível compreender que, depois da morte do corpo físico, prosseguimos desenvolvendo os pensamentos que cultivávamos na experiência carnal. Nossos pensamentos geram as nossas ações e nossas ações geram os pensamentos dos outros. Toda carga que o pensamento exterioriza e projeta, alcança aquele a quem vai direcionada. Quando benigna e edificante, ajusta-se às Leis que nos regem, criando harmonia e felicidade. Todavia, quando desequilibrada e deprimente, estabelece aflição e ruína. Em outras palavras: o pensamento age e reage, carreando para o emissor tudo que o sustenta, como, também, tudo que arremessa a quem pretenda atingir. Determina para cada criatura os estados psíquicos que variam segundo os tipos de emoção e conduta a que se afeiçoe. "Essa corrente de partículas mentais se exterioriza de cada espírito com qualidade de indução mental, tanto maior quanto mais amplos se lhe evidenciam as faculdades de concentração e o teor de persistência no rumo dos objetos que demande."(4)

O sentimento de amor cristão pode impulsionar o correto pensamento, sem os quais adoecemos pela insuficiência de equilíbrio íntimo, imprimindo no corpo físico as distonias e as variadas patologias que lhe são conseqüentes. Para termos saúde, é importante saber como estamos pensando. Os pensamentos negativos operam em nosso estado íntimo determinada perturbação, instaurando desarmonias de grandes proporções nos centros da alma e provocando lesões funcionais variadas. "Deste modo, estabelecem fulcros mórbidos de natureza singular no arcabouço físico, impondo às células a desarmonia pela qual se vulnerabilizam os recursos de defesa, sedimentando-se campo fértil à proliferação de bactérias patogênicas nos tecidos menos propensos à defesa. Quaisquer enfermidades surgem como efeitos, residindo a causa no desequilíbrio dos reflexos da vida interior, uma vez que os sintomas mentais depressivos influenciam as células fisiológicas." (5)

É óbvio que, no desleixo da nutrição, o corpo paga pesados tributos de sofrimento, posto que possibilita a infestação de grande quantidade de microorganismos patogênicos que, em se instalando nas células orgânicas, podem induzir às moléstias infecciosas de múltiplos caracteres. Porém, não é somente dessa forma que se originam os processos patológicos multiformes. Nossas emoções mais profundas, quaisquer que sejam, geram, também, agudas enfermidades.

Os reflexos dos sentimentos e pensamentos menos dignos que alimentamos se voltam contra nós mesmos, depois de transformados em ondas mentais, tumultuando nossas funções neurológicas, e esses reflexos inconseqüentes, derramando- se sobre o tecido cortical, gestam alucinações que podem variar do medo manifesto ao estado neurótico, situação em que os obsessores nos atingem com sugestões destruidoras, diretas ou indiretas, conduzindo- nos a deploráveis fenômenos de descontrole psicoemocional. O mais importante é não esquecermos, em tempo algum, de que somente o amor cristão pode impulsionar o correto pensamento e nos faz libertos. Sem o amor de plenitude, adoecemos, espiritualmente, pela insuficiência de equilíbrio íntimo, imprimindo no corpo físico as distonias e as variadas patologias que lhe são consequentes.

Por isso, devemos ter muito cuidado com o que pensamos. Jorge Hessen Site: http://jorgehessen.net

FONTES:
(1) Xavier, Chico i/Vieira Waldo. Mecanismo da Mediunidade, Ditadopelo Espirito André Luiz, Rio de aneiro: Ed FEB 2000

(2) Xavier, Chico. Pão Nosso, Ditado pelo Espirito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB 1999,
(3) Xavier, Chico Roteiro, Ditado pelo Espirito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB 1972
(4)Xavier, Chico- /Vieira Waldo. Mecanismo da Mediunidade, Ditado pelo Espirito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed FEB 2000
(5)Disponível no site www.scribd.com/doc/6545214/Revista-Reform-Ad-Or-2005-11 - 229k

 

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MEMÓRIA ESPIRITA

DELPHINE  GIRARDIN

Nasceu Delphine Gay em Aix-La-Chapelle em 26 de janeiro de 1804, o mesmo ano do Codificador e desencarnou na capital francesa em 29 de junho de 1855.

Foi poetisa que freqüentou os salões de Mme Récamier. Casou-se com Émile de Girardin, jornalista e político francês, passando então a ser conhecida como sra. Émile de Girardin.

Ela mesma se tornou jornalista, após o casamento em 1831, escrevendo no jornal La Presse no período de 1836 a 1848, sob o pseudônimo de visconde de Launay, interessantes crônicas da sociedade do tempo de Luís Filipe. Essas crônicas ficaram conhecidas como cartas parisienses.

Publicou também romances, tragédias e comédias. Era, positivamente, grande médium inspirada.

Personalidade muito conhecida no meio poético, freqüentando os salões literários onde se reuniam as celebridades do momento, muito natural que ela tomasse contato com as mesas girantes.

Desde o primeiro contato com as mesas ela se convenceu da veracidade das manifestações. Teve oportunidade de se encontrar com o professor Rivail pessoalmente. Possivelmente, em alguma das reuniões que ele freqüentava, nas suas pesquisas em torno dos fenômenos que assombravam Paris.

Amiga pessoal de Victor Hugo, os acontecimentos políticos do ano de 1851 e o exílio de seus amigos a marcaram de forma cruel.

Fiel a amizade ela decidiu levar conforto moral aos pobres proscritos. Lançou-se ao mar e em 6 de setembro de 1853 desembarcou em Jersey, uma pequena ilha de 116 quilômetros quadrados.

O cansaço a tomava por inteiro. A viagem foi excessivamente fatigante. Diga-se de passagem: ela já se encontrava doente. O câncer a devorava.

Dinâmica, contudo, ela não se deixava abater em demasia. Um pouco triste e melancólica, mas igualmente feliz por rever seus amigos, ela reencontrou Victor Hugo e a família.

À hora do jantar, narrou as notícias de Paris, no intuito de trazer um pouco da pátria para os exilados. Com entusiasmo se referiu às mesas girantes. Na pequena ilha de Jersey algumas tentativas tinham sido feitas, sem sucesso.

Delphine, sem aguardar a sobremesa, saiu em busca de uma mesa pequena, redonda. As sessões foram  longas e cansativas. Parecem não ter tido sucesso nos primeiros cinco dias.

Victor Hugo, cético, aderiu às reuniões somente para não desgostar a amiga. Finalmente, no domingo, 11 de setembro, a concentração, o silêncio foi recompensado. Uma comunicação aconteceu. Uma comunicação que mudaria os rumos da vida do grande poeta francês. Quem se comunicou, através da mesa foi nada mais, nada menos que sua filha Leopoldine. Sua amada filha, morta durante a lua-de-mel, afogada em um lago, num passeio de barco com o marido.

Em “O Evangelho segundo o espiritismo” o espírito de Delphine de Girardin assina a mensagem “A desgraça real” no capítulo V (Bem aventurados os aflitos), item 24.

Fontes de consulta:

Mutigny, Jean de. Victor Hugo et le spiritisme.

Enciclopédia Mirador Internacional

Jornal Mundo Espírita - Janeiro 2000 www.universoespirita.org.br

 

 

 

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TRIOS IMPORTANTES
Chico Xavier

 

 

Três verbos importantes existem que, bem conjugados, serão lâmpadas luminosas em nosso caminho

Aprender

Servir

Cooperar

 

Três atitudes exigem muita atenção

 

Analisar

Reprovar

Reclamar

 

De três normas de conduta jamais nos arrependeremos :

 

Auxiliar com a intenção do bem

Silenciar

Pronunciar frases de bondade e estímulo

 

Três diretrizes manter-nos - ão invariavelmente em rumo certo:

 

Ajudar sem distinção

Esquecer todo mal

Trabalhar sempre

 

Três posições devemos evitar sempre:

Maldizer

Condenar

Destruir

 

Possuímos três valores que, depois de perdidos, jamais serão recuperados

A hora que passa

A oportunidade de elevação

A palavra falada

 

Três programas sublimes se desdobram a nossa frente, revelando nos a Glória da Vida Superior:

Amor

Humildade

Bom ânimo

Para que possamos efetivamente evoluir, devemos seguir sempre as três abençoadas regras de salvação:

 

Corrigir em nós o que nos desagrada nos outros

Amparar-nos mutuamente

Amar-nos uns aos outros

 

E lembrar que jamais devemos culpar alguém por aquilo que nos acontece, pois nós somos os responsáveis diretos por tudo de bom ou de mal que surgir em nosso caminho...

SEMPRE!

 

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CANTINHO DE KARDEC

 

O Espiritismo não vem procurar os perfeitos, mas os que se esforçam em o ser pondo em prática os ensinos dos Espíritos. O verdadeiro espírita não é o que alcançou a meta, mas o que sinceramente quer atingi-la. Sejam quais forem os seus antecedentes, que será bom espírita desde que reconheça suas imperfeições e seja sincero e perseverante no propósito de se emendar”

 

Quando a ciência demonstrar que o espiritismo estiver errado em um ponto, ele se modificará neste ponto”

A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário compreender. E. S. E. Cap XIX, item 7

O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver o outro, tal deve ser o objetivo de todos os esforços do homem, se quer assegurar sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro.  L. E. pergunta 917

 

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OUTUBRO

INFLUENCIAÇÕES  ESPIRITUAIS  SUTIS

Emmanuel

 

Sempre que você experimente um estado de espírito tendente ao derrotismo, perdurado há várias horas, sem causa orgânica ou moral de destaque, avente a hipótese de uma influenciação espiritual sutil.

Seja claro consigo para auxiliar os Mentores Espirituais a socorrer você. Essa é a verdadeira ocasião de humildade, da prece, do passe.

Dentre os fatores que mais revelam essa condição da alma, incluem-se: dificuldade de concentrar idéias em motivos otimistas; ausência de ambiente íntimo para elevar sentimentos em oração ou concentrar-se em leitura edificante; indisposição inexplicável, tristeza sem razão aparente e pressentimentos de desastres imediatos; aborrecimentos  não manifestadost  por  não  encontrar  semelhantes  ou  assuntos sobre quem ou o que descarregá-los; pessimismos sub-reptícios, irritações surdas, queixas, exageros de sensibilidade e aptidão  a condenar quem  não tem culpa; interpretação forçada de fatos e atitudes suas ou dos outros, que você sabe não corresponder à realidade; hiperemotividade ou depressão raiando na iminência de pranto; ânsia de investir-se no papel de vítima ou de tomar uma posição absurda de automartírio; teimosia em não aceitar, para você mesmo, que haja influenciação espiritual para consigo, mas passados minutos ou horas do acontecimento, vêm-lhe a mudança de impulsos, o arrependimento, a  recomposição do tom mental e, não raro, a constatação de que é tarde para desfazer o erro consumado.

São sempre acompanhamentos discretos e  eventuais  por parte do desencarnado  e  imperceptíveis  ao  encarnado pela finura do processo.

O  Espírito  pode  estar  tão  inconsciente de seus atos que os efeitos negativos se fazem sentir como se fossem desenvolvidos pela própria pessoa.

Quando o influenciador é consciente, a ocorrência  é  preparada com antecedência e meticulosidade,  às vezes, dias e semanas antes do sorrateiro assalto, marcado para a oportunidade de encontro em perspectiva, conversação, recebimento de carta clímax de negócio ou crise imprevista de serviço.

Não se sabe o que tem causado maior dano à Humanidade: se as obsessões espetaculares, individuais e coletivas, que todos percebem e ajudam a desfazer ou isolar, ou se essas meio-obsessões de quase obsidiados, despercebidas, contudo bem mais frequentes, que minam as energias de uma só criatura incauta, mas influenciando o roteiro de legiões de outras.

Quantas desavenças, separações e fracassos não surgem assim?

Estude em sua existência se nessa última quinzena você não esteve em alguma circunstância com características de influenciação espiritual sutil.  Estude e ajude a você mesmo.

 

(De “Estude e Viva”, de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz)

 

 

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MEMÓRIA ESPIRITA

Cairbar Schutel

No dia 22 de setembro de 1868, filho do casal Anthero de Souza Schutel e Rita Tavares Schutel, nasceu Caírbar de Souza Schutel, no Rio de Janeiro, então sede da Corte Imperial do Brasil, onde praticou em diversas farmácias e aos 17 anos de idade foi para o Estado de São Paulo, trabalhando como farmacêutico em Piracicaba, Araraquara e depois em Matão, cidade em que viveu durante 42 anos.

Possuidor de brilhante cultura, de grande prestígio social e sobretudo de notória autoridade moral, acabou sendo escolhido para o honroso e histórico cargo de primeiro Prefeito da cidade de Matão, cargo que ocupou por duas vezes, a primeira de 28 de março a 07 de outubro de 1899, voltando a exercê-lo de 18 de agosto a 15 de outubro de 1900, conforme consta das atas e dos registros históricos da municipalidade matonense.

Nascido em família católica, batizado aos 7 anos de idade, Caírbar Schutel cumpria suas obrigações perante a Igreja de Roma. Entretanto, já adulto e vivendo em Matão, passou a receber, em sonhos, a visita constante de seus falecidos pais, porque ele ficara órfão de ambos com menos de 10 anos de idade. Insatisfeito com as explicações de um padre para o fenômeno, Schutel procurou Quintiliano José Alves e Calixto Prado, que realizavam reuniões de práticas espíritas domésticas, logrando então entender a realidade do mundo extrafísico.

Convertido ao Espiritismo, cuidou logo de legalizar o Grupo (hoje Centro) Espírita Amantes da Pobreza, cuja ata de instalação foi lavrada no dia 15 de julho de 1905. Resolvido a difundir a Doutrina Espírita pelos quatro cantos do mundo - e mesmo vivendo em uma pequena e modesta cidade no interior do Brasil -, o "Bandeirante do Espiritismo", como ficou conhecido Caírbar Schutel, fundou o jornal "O Clarim" no dia 15 de agosto de 1905, e a RIE - Revista Internacional de Espiritismo no dia 15 de fevereiro de 1925, ambos circulando até hoje.

Além disso, o incansável arauto da Boa Nova, com todas as dificuldades da época e da região, viajava semanalmente até a cidade de Araraquara para proferir, aos domingos, as suas famosas 15 "Conferências Radiofônicas", pela Rádio Cultura de Araraquara (PRD - 4), no período de 19 de agosto de 1936 a 02 de maio de 1937.

Escritor fértil, entre 1911 e 1937 escreveu os livros O batismo, Cartas a esmo, Conferências radiofônicas, Histeria e fenômenos psíquicos, O diabo e a igreja, Espiritismo e protestantismo, O espírito do cristianismo, Os fatos espíritas e as forças X..., Gênese da alma, Interpretação sintética do apocalipse, Médiuns e mediunidades, Espiritismo e materialismo, Parábolas e ensinos de Jesus, Preces espíritas, Vida e atos dos apóstolos, A questão religiosa, Liberdade e progresso, Pureza doutrinária, A vida no outro mundo e Espiritismo para crianças.

Para publicá-los, Schutel não mediu esforços: adquiriu máquinas, papel, tinta, cola e outros insumos para impressão, procurando escolher sempre material de primeira categoria. Desse esforço surgiu a Casa Editora O Clarim, que hoje emprega inúmeros funcionários em Matão, tendo publicado mais de cem títulos de obras de renomados autores, encarnados e desencarnados.

Consciente de sua responsabilidade como cidadão, cuidou de regularizar a sua união com Dª. Maria Elvira da Silva e Lima, com ela se casando no dia 31 de agosto de 1905. O casal não teve filhos carnais, porém sua dedicação aos semelhantes ficou indelevelmente marcada na história de Matão, uma vez que ambos jamais deixaram de atender aqueles que os procuravam.

Depois de curta enfermidade, Caírbar Schutel faleceu em Matão, no dia 30 de janeiro de 1938. Durante e após suas exéquias, inúmeras pessoas de Matão, das cercanias, do Estado de São Paulo e de diversas regiões do Brasil prestaram-lhe comovente tributo de gratidão e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido, tendo certamente cumprido a sua missão.

Aliás, o prestigioso jornal 'A Comarca', de Matão, em sua edição de 6 de fevereiro de 1938, consignou o seguinte: "É absolutamente impossível em Matão falar-se quer da nossa história passada, quer da nossa história hodierna sem mencionar Caírbar Schutel. Caírbar Schutel foi, para Matão, um dínamo propulsor do seu progresso, um arauto dedicado e eloqüente das suas aspirações de cidade nascente. Mais do que isso foi o homem que, como farmacêutico, acorria com o seu saber e com a sua caridade à cabeceira dos doentes, naqueles tempos em que o médico era ainda nos sertões que beiravam o 'Rumo', uma autêntica 'avis rara'.

"Militando na política por algum tempo, a sua atuação pode ser traduzida no curto parágrafo que abaixo transcrevemos, fragmento de um discurso pronunciado em 1923, na Câmara Estadual, pelo Deputado Dr. Hilário Freire, quando aquele ilustre parlamentar apresentou o projeto da criação da Comarca de Matão. Ei-lo: 'Em 1898, o operoso, humanitário e patriótico cidadão Sr. Caírbar de Souza Schutel, empregando todo o largo prestígio político de que gozava, e comprando com os seus próprios recursos o prédio para instalação da Câmara, conseguiu, por intermédio de um projeto apresentado e defendido pelo Dr. Francisco de Toledo Malta, de saudosa memória, a criação do município de Matão'.

Dizem algumas comunicações mediúnicas que o Espírito Caírbar Schutel está, no mundo espiritual, encarregado pela divulgação do Espiritismo na Terra; sendo confirmada tal informação, essa nobre tarefa está muito dirigida, porque o movimento espírita deve muito ao querido "Bandeirante do Espiritismo", assim como à sua digníssima esposa Dª. Maria Elvira da Silva Schutel, pois, como diz a sabedoria popular, ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher!

Texto de Eliseu da Motta Júnior -escritor, orador e diretor da Revista Internacional de Espiritismo - RIE, de Matão-SP. http://www.espirito.org.br/portal/biografias/cairbar-schutel-2.html

 

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A LENDA DO PODER

Irmão X

A assembléia familiar comentava a difícil situação dos Espíritos revoltados que se habituam ao azedume crônico por vasta fieira de encarnações sucessivas, quando João de Kotchana, experimentado instrutor de cristãos desencarnados, nas regiões da Bulgária, contou-nos, entre sensato e otimista:

- Temos nós antiga lenda que adaptarei ao nosso assunto para a devida meditação... Dizem que Deus, quando começou a repartir os dons da vida, entre os primeiros homens  dos primeiros grandes agrupamentos humanos constituídos na Terra, decretou fôsse concedido aos Bons o Poder Soberano.

Informados de que o Supremo Senhor estava fazendo concessões, os Corajosos acudiram apressados à Divina Presença, solicitando o quinhão que lhes seria adjudicado.

- Que desejais, filhos meus ? – indagou o Eterno.

- Senhor, queremos o Poder Supremo.

- Essa atribuição – explicou o Todo-Misericordioso – já concedi aos Bons; eles unicamente conseguirão governar o reino dos corações, o território vivo do espírito, onde se exerce o poder verdadeiro.

- Ah ! Senhor, e nós ? Que será de nós, os que dispomos de suficiente ousadia para comandar os distritos da existência e transformá-los ?

- Não posso revogar uma ordem que expedi – observou o Onipotente -, entretanto, se não vos posso confiar o Poder Soberano, concedo-vos um encargo dos mais importantes, a Autoridade. Ide em paz.

Espalhou-se a notícia e vieram os Intelectuais ao Trono Excelso.

O Todo-Poderoso inquiriu quanto ao propósito dos visitantes e a resposta não se fêz esperar:

- Senhor, aspiramos à posse do Poder Soberano.

- Impossível. Essa prerrogativa foi concedida ao Bons. Só eles lograrão renovar as outras criaturas em meu nome.

E porque os Intelectuais perguntassem respeitosamente com que recurso lhes seria lícito operar. Deus entregou-lhes o domínio da Ciência.

Veio, então, a vez dos Habilidosos. Com vasta representação, surgiram diante do Pai e, como fôssem questionados quanto ao que pretendiam, responderam veementemente:

- Senhor, suplicamos para nós o Poder Soberano. O Todo-Bondoso relacionou a impossibilidade de atender, mas deu-lhes o Engenho.

Depois, acorreram os Imaginosos ao Sagrado Recinto e esclareceram que contavam para eles com a mesma cobiçada atribuição. O Todo-Amoroso respondeu pela negativa afetuosa; no entanto, brindou-os com a luz da Arte.

Logo após, os Devotados chegaram ao Augusto Cenáculo e rogaram igualmente se lhes conferisse a faculdade do mando, e recolheram a mesma recusa, em termos de extremado carinho; contudo, o Todo-Misericordioso outorgou-lhes o talento bendito do Trabalho.

Em seguida, os Revoltados, que não procuravam senão defeitos e problemas transitórios na obra da Vida – os problemas e defeitos que Deus sanaria com o apoio do Tempo, de modo a não ferir os interesses dos filhos mais ignorantes e mais fracos - compareceram perante o Supremo Doador de Todas as Bênçãos e, em vista de se mostrarem com agressiva atitude, a voz do Pai se fêz mais doce ao perguntar-lhes:

- Que desejais, filhos meus ?

Os Revoltados retrucaram duramente:

- Senhor, exigimos para nós o Poder Soberano.

- Isso pertence aos Bons – disse o Todo-Sábio -, pois somente aqueles que dispõem de suficiente abnegação para esquecer os agravos que se lhes façam, prosseguindo infatigáveis no cultivo do bem aos semelhantes, guardarão consigo o poder de governar os corações... No entanto, meus filhos, tenho outros dons para conceder-vos...

Antes, porém, que o Supremo Senhor terminasse, os ouvintes gritaram intempestivamente:

- Não aceitamos outra coisa que não seja o Poder soberano. Queremos dominar, dominar... Fora do poder, o resto é miséria...

O Onipotente fitou cada um dos circunstantes, tomado de compaixão, e declarou, sem alterar-se:

- Então, meus filhos, em todo o tempo que estiverdes na condição de Revoltados, tereis convosco a miséria...

E, desde essa ocasião, rematou Kotchana, todo espírito, enquanto rebelado, não tem para si mesmo senão o azedume da queixa e a penúria do coração.

.............................

Ouvi a lenda, retiro o ensinamento que me toca e ofereço a peça aos companheiros reencarnados na Terra, que porventura sejam ainda inutilmente revoltados quanto tenho sido e já não quero mais ser.

in Estante  da  Vida  –  Pelo Espírito “Irmão X” - Psicografia Francisco C. Xavier

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OBRAS DE KARDEC

O Livro dos Espíritos 1857

Revista Espírita * - 1858

O que é o Espiritismo -1859

O Livro dos Médiuns - 1861

O Evangelho Segundo o Espiritismo- 1864

O Céu e o Inferno - 1865

A Gênese - 1868

* consta de 12 vols.até 1859

** coletânea de textos deixados por Kardec

 

CANTINHO DE KARDEC

 

Uma insensatez da Humanidade consiste em vermos o mal de outrem antes de vermos o mal que está em nós.

Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar:

Que pensaria eu se visse alguém fazer o que faço?

Incontestavelmente, é o orgulho que induz o homem a dissimular, para si mesmo, os seus defeitos”  --  Allan Kardec. (In “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, capítulo 10, item 10, ed. FEB)

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NOVEMBRO

EDUCAR PARA SALVAR

 

Diante dos dias conturbados por que passa a sociedade atual, só existe uma maneira eficiente de fazer com que desponte uma aurora límpida e bela, neste limiar do terceiro milênio: a educação.

Somente através da educação bem sedimentada poderá surgir o homem renovado do século XXI.

Mas, educar não significa apenas transmitir padrões sócio-culturais, nem acompanhar o desenvolvimento físico-intelectual da criança ou passar uma série de informações pela instrução formal.

A educação, bem entendida, consiste em formar o homem de bem, contemplando seu duplo aspecto: espiritual e físico.

A violência grassa e desgraça, num mundo onde o ser humano vem perdendo o senso de fraternidade, de solidariedade, face aos conflitos de opiniões, às imposições do intelecto sobre o sentimento, à robotização que transforma o ser humano em máquina, a repetir atividades que lhe destroem a capacidade de criar, de enriquecer-se de novos valores espirituais.

Educar, no sentido que o termo exige, é desenvolver, cultivar, fazer brotar, elevar, fazer crescer, não de maneira unilateral, mas de forma integral, para que o educando possa ser o cidadão honrado que todos desejamos encontrar na sociedade da qual fazemos parte.

E para que se atinja esse grandioso objetivo será preciso, antes de tudo, duas premissas básicas: amor e auto-educação.

Amar para educar e auto-educar-se para amar. Esse binômio: amor e auto-educação deverá ser o denominador comum para pais e mestres.

Aos pais não basta amar, é preciso que seu amor seja firme, sem tirania, e terno, sem pieguice.

Aos mestres não basta instruir, transmitir informações áridas, sem o real enriquecimento do conteúdo com o tempero do afeto.

É preciso que haja uma conjugação de forças entre pais e mestres para que se logre êxito na reforma moral da humanidade.... Para que se possa ver o despontar da verdadeira aurora do terceiro milênio...


É preciso que o ser humano passe a ser o tesouro mais valioso do planeta, para que entenda o papel que lhe cabe na obra do Criador.

É preciso que não se tente resumir o ser humano a uma simples máquina de fazer sexo, fabricar dinheiro, se projetar sob as luzes transitórias dos holofotes da fama.

É preciso que se compreenda a realidade imortal do homem.

É preciso que se entenda, de vez por todas, que o ser humano não é um amontoado de ossos e músculos, numa breve experiência espiritual.

O homem é um ser espiritual, imortal, vivendo uma breve experiência num corpo carnal, frágil e perecível, que caminha na direção do túmulo.

E, por fim, é preciso que se viva como ser imortal, que terá que prestar contas dos seus atos à consciência cósmica e à própria consciência, assim que se desembaraçar da carne.

Se pais e mestres, que geralmente também são pais, amassem para bem educar e se auto-educassem para amar, o panorama do mundo se transformaria em pouco tempo, para melhor.

Veríamos no lar, que é a primeira escola, as crianças aprendendo o respeito ao semelhante, a dignidade, a honradez, a liberdade intelectual, o respeito a si mesma e ao próximo.

E, na escola, com mestres conscientes do seu nobre dever, aprenderiam as lições para iluminar o intelecto, mas sempre acompanhadas com os componentes do amor e da ternura.

Eis uma receita infalível...

Eis a solução para banir, definitivamente, a violência da face da Terra.

 

Pense nisso!

A educação sem um propósito de transcendência é uma idéia vazia e estreita e pode sempre se tornar instrumento de manipulação dos poderes sociais.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro A Educação da nova era , introdução e cap. VIII, de Dora Incontri, ed. Comenius.

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Modelar uma estátua e dar-lhe vida é belo; modelar uma inteligência e dar-lhe verdade é sublime.

( Victor Hugo Escritor francês1803 -1885 )

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AUXÍLIO MÚTUO

 

Nós, os Espíritos em resgate na Terra, seja no plano físico ou nas vizinhanças dele, achamo-nos à frente uns dos outros, à maneira de alunos na escola, devedores na praça ou doentes no hospital.

De momento, é impossível resolver todos os problemas, todavia, desfrutamos, em qualquer tempo, a possibilidade de algo realizar pelo bem comum.

Impraticável adiantar-se o aprendiz em matéria que ainda não conhece. A administração do ensino é gradativa e depende da diligência dos professores, quanto ao progresso da educação. Mesmo assim, logramos colaborar a benefício dos colegas, estimulando-lhes o desejo de aprender ou amparando-lhes as tarefas em alguma pequena necessidade.

Inexeqüível para nós a liberação imediata de quantos se acham comprometidos num tribunal. Certos despachos estão subordinados à equidade dos juízes e ao fundamento da lei. Apesar disso, não nos faltam meios de encorajar os amigos em dificuldade, interferindo com fraternal petição em favor deles, ou estendendo-lhes humilde parcela de auxílio.

Irrealizável curar ou aliviar, de vez, os que sofrem num nosocômio. Medidas surgem que se endereçam, de modo absoluto, à abnegação dos facultativos e ao avanço da Medicina. Nenhum de nós, porém, está impedido de abraçar os doentes em situação mais grave que a nossa, ou de ajudá-los com amparo singelo, na medida de nossos recursos.

Inadiável construir todo o bem ao nosso alcance, abençoar a todos e socorrer a todos, ressalvando-se embora a lógica do bem, diante do Mal, de vez que, em nome do Bem, não se pode permitir incendeie o foro ou tumultue o hospital.

 

Permaneçamos, assim, atentos ao serviço.

Ninguém pode fazer tudo, mas ninguém existe impossibilitado de acender um raio de amor para a luz do bem.

Escrínio de Luz -Francisco Cândido Xavier /Emmanuel

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VITÓRIA

Quando a tristeza lhe bata à porta, pense nas alegrias que a vida proporciona constantemente.
Concentre-se no bem por fazer, a fim de que o mal não lhe perturbe as horas. Diante de observações descabidas que lhe forem lançadas em rosto, silencie, reconhecendo que cada um de nós é responsável pelas próprias atitudes e pensamentos.

Não descreia da cooperação e auxilie os outros, quanto possível.

Acenda a estrela da esperança nas próprias mãos, para que a luz não lhe falte no cotidiano.

Não espere dos outros aquilo que os outros ainda não possuem para dar. Disponha-se a ceder de você mesmo o que tenha você de melhor, a benefício dos companheiros de Humanidade.

Nada reclame. Lembre-se de que se você cultivar a paciência, todos os prejuízos e desgostos prováveis da experiência terrestre se lhe farão mensageiros de bênçãos que você desconhece.

Se você sofre, trabalhe; se está doente, trabalhe; se carregas o corpo enfraquecido, trabalhe, quanto puder e naquilo que possa fazer, porque isso resultará em auxílio a você mesmo.

Não olvide que um sorriso se reveste de imenso valor, nas mais difíceis circunstâncias.
Confie em Deus e confie em você mesmo, servindo sempre no amparo aos semelhantes e cedo você reconhecerá que carrega, por dentro do próprio coração, o seu mais belo cântico de vitória. André Luiz / Francisco Cândido Xavier

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EVOLUÇÃO

A cada nova existência, o homem tem mais inteligência e pode melhor distinguir o bem e o mal. L. E. pg 182

O homem é um Deus para os animais, como outrora os Espíritos foram deuses para os homens. L. E. pg 250

O apego às coisa materiais é um sinal notório de inferioridade, porque quanto mais o homem se prende aos bens do mundo, menos compreende sua destinação. L. E. pg 346

Vosso espírito se elevará mais depressa se já progrediu em inteligência. L. E. pg 347

No intervalo das encarnações, aprendeis em uma hora o que vos exigiria anos sobre a vossa terra. L. E. pg 347

Todo o sentimento que eleva o homem acima da natureza animal, anuncia a predominância do Espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição. L. E. pg 350

Os Espíritos, em se depurando pelas encarnações sucessivas, perdem o egoísmo, como perdem suas outras impurezas. L. E. pg 352

O homem deve se resignar e suportar os males sem murmurar, se quer progredir. L. E. pg 359A

 

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O Espiritismo matou o materialismo


"A garantia única, séria do ensinamento dos Espíritos está na concordância que existe entre as revelações feitas espontaneamente, por intermédio de um grande número de médiuns, estranhos uns aos outros, e em diversos lugares." -Allan Kardec n  ( "O Evangelho Segundo o Espiritismo" , Introdução )


Para Allan Kardec, as comunicações com os seres de além-túmulo tiveram por resultado nos fazer compreender a vida futura, possibilitando-nos até mesmo entrevê-la, ao mesmo tempo em que nos inicia nos princípios da Lei de Causa e Efeito, ou seja, a Lei de Compensação, que nos restitui felicidade ou sofrimento, de acordo com nossas ações felizes ou infelizes, praticadas durante a vida terrena. Com tal entendimento, torna-se mais fácil conduzir ao espiritualismo aqueles que não admitiam em nós nada mais do que uma mera máquina orgânica

 

Necessidade de se praticar o bem

A veracidade da sobrevivência da alma e a importância dos valores morais nos desígnios da criação foram confirmadas através das centenas de comunicações analisadas e comparadas pelo Codificador. Após longo período de criteriosa observação, com seu raciocínio lúcido e irrefutável, Kardec afirmava: "O espiritismo matou o materialismo através dos fatos. E segundo suas conclusões, ele mostra os inevitáveis efeitos do mal e, conseqüentemente, a necessidade de se praticar o bem" .

 

Neutralizando tendências negativas

Já naquela época, o codificador entrevia o futuro grandioso da doutrina dos Imortais. "É muito maior do que se pensa o número de pessoas que o Espiritismo conduziu a sentimentos melhores, neutralizando suas tendências negativas e desviando-as do mal. É que para essas pessoas, o futuro já não se apresenta como algo obscuro, ao contrário, mostra-se como realidade compreensível, explicável, quando se vê e se ouve os entes que nos precederam, lamentando-se ou felicitando-se pelo que fizeram na Terra. Aquele que testemunha isso é levado a meditar e sente a necessidade de se conhecer, de julgar-se a si mesmo e de auto-aprimorar-se."

Amor e benevolência

Em O Livro dos Espíritos , num comentário sobre afeições entre os seres (questão 938 a ), Kardec disserta sobre a força inquebrantável do amor e da benevolência, supremo galardão do Espírito, quando, por mérito próprio, libertar-se das faixas conscienciais inferiores a que se prende: "A natureza deu ao homem a necessidade de amar e ser amado. Uma das maiores alegrias que lhe é concedida na Terra é a de encontrar corações que simpatizem com o seu. A Natureza lhe concede, assim, as primícias da felicidade que lhe está reservada no mundo dos espíritos perfeitos, onde tudo é amor e benevolência: essa é uma ventura recusada ao egoísta".

As três categorias de espíritos

  Ainda em O Livro dos Espíritos (item 100) o insígne educador de Lion fala-nos sobre a Escala Espírita, de acordo com os dados colhidos e comparados nas comunicações recebidas, transmitidas pelos Espíritos Superiores que o assistiam.

"Os espíritos admitem, geralmente, três categorias principais ou três grandes divisões. Na última, aquela que se encontra na base da escala, estão os espíritos imperfeitos, caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito e pela propensão ao mal. Os da segunda se caracterizam pela predominância do espírito sobre a matéria e pelo desejo de praticar o bem: são os espíritos bons. A primeira, enfim, compreende os Espíritos puros, que atingiram o supremo grau de perfeição".

O Espiritismo é a ciência que revela as provas irrecusáveis da existência e da natureza do mundo espiritual

  O Evangelho Segundo o Espiritismo , é a obra em que Kardec aborda, embasado nas orientações a ele transmitidas pela espiritualidade superior, os aspectos exclusivamente morais do evangelho do Cristo. Logo no primeiro capítulo, conclui-se que o Espiritismo não é outra coisa senão a terceira revelação da lei Divina aos homens.

Explica o codificador: "O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, por provas irrecusáveis a existência e a natureza do mundo espiritual, e suas relações com o mundo corporal; ele no-lo mostra, não mais como uma coisa sobrenatural mas, ao contrário, como uma das forças vivas e incessantemente ativas da natureza, como a fonte de uma multidão de fenômenos incompreendidos, até então atirados, por essa razão, ao domínio do fantástico e do maravilhoso. É a essas relações que o Cristo faz alusão, em muitas circunstâncias, e é por isso que muitas coisas que ele disse permaneceram ininteligíveis ou foram falsamente interpretadas. O Espiritismo é a chave com a ajuda da qual tudo se explica com facilidade" .

As três revelações

A lei do Antigo Testamento está personificada em Moisés; a do Novo Testamento está personificada no Cristo; o Espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus, mas não está personificada em nenhum indivíduo, porque ele é o produto de ensinamento dado, não por um homem, mas pelos Espíritos, que são as vozes do céu, sobre todos os pontos da Terra, e por uma multidão inumerável de intermediários: é, de alguma sorte, um ser coletivo compreendendo o conjunto dos seres do mundo espiritual, vindo cada um trazer aos homens o tributo das suas luzes para fazê-los conhecer esse mundo e a sorte que nele os espera.

O Espiritismo desenvolve, completa e explica os ensinamentos de Jesus

Da mesma forma que o Cristo disse: Eu não vim destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento , o Espiritismo diz igualmente: Eu não vim destruir a lei cristã, mas cumpri-la . Ele não ensina nada de contrário ao que o Cristo ensinou, mas desenvolve, completa e explica, em termos claros para todo o mundo, o que não foi dito senão sob a forma alegórica. Vem cumprir, nos termos preditos, o que o Cristo anunciou, e preparar o cumprimento das coisas futuras. É, pois, obra do Cristo que o preside, como igualmente anunciou, a regeneração que se opera, e prepara o reino de Deus sobre a Terra.

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DEZEMBRO

AMAR É...

O que é o amor? É sentimento. É estado d´alma?

E como buscá-lo, como vivê-lo. desde que todos os grandes Espíritos que vieram à Terra disseram ser ele o caminho seguro?

Os conceitos atribuídos ao amor são inúmeros. As discussões filosóficas tornam-se sem fim. Porém, o que realmente precisamos conhecer é sua prática, sua vivência em nossos dias.

A compreensão maior virá como consequência, como se precisássemos estar em seu íntimo para finalmente descobri-lo. O amor é o sacrifício pelo próximo que, aos olhos do mundo, é pesado, é difícil, mas para quem ama é leve, gratificante.

Amar é interessar-se pela vida do outro, é perguntar: Como foi seu dia? É questionar: Você está bem? E estar realmente atento para ouvir a resposta. Amar é modificar nossa rotina para ouvir um amigo, fazer-lhe uma visita, levar notícias boas. Amar é reunir a família, sem a necessidade de uma comemoração especial, apenas para celebrar a presença de todos, para fortalecer os laços.

Amar é adiar um sonho para atender as necessidades de um filho, de um pai, de uma mãe.

Amar é respeitar as opiniões dos outros, mesmo que elas sejam diferentes das nossas.

É abraçar os familiares, não apenas quando celebrem aniversários, ou conquistas, mas sempre que o coração lembrar do quanto se querem bem.

Amar é chorar junto. É sorrir junto. É sempre guardar a esperança de que tudo será melhor.

Amar é saber dizer sim. É saber dizer não. É saber ouvir um sim, saber ouvir um não. 

Aqueles que amamos jamais serão um peso em nossas vidas. Pelo contrário, serão eles que nos farão mais leves. Serão eles os agentes que farão com que nossa consciência esteja satisfeita, que nosso íntimo receba energias revigorantes do Alto, fazendo-nos mais felizes.  

O verdadeiro amor não está distante. Não está apenas nos romances literários, nos poemas inspirados, nas imagens dos sonhos. Ele está conosco nos pequenos gestos de carinho, nas gentilezas inesperadas, nas renúncias.

O verdadeiro amor não está distante. Ele aguarda apenas que as mãos fortes da vontade o alcancem, e concedam-lhe a chance de respirar os ares do mundo.

* * *

Os Espíritos Superiores nos ensinam que amar, no sentido profundo do termo, é o homem ser leal, probo, consciencioso, para fazer aos outros o que queira que estes lhe façam.

É procurar em torno de si o sentido íntimo de todas as dores que acabrunham seus irmãos, para suavizá-las.

É considerar como sua a grande família humana, porque essa família todos a encontraremos, dentro de certo período, em mundos mais adiantados, e os Espíritos que a compõem são, como nós, filhos de Deus, destinados a elevar-se ao infinito.

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. XI, item 10 de O Evangelho segundo o Espiritismo , de Allan Kardec, ed. Feb.

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ENSINAMENTOS

Antonio Paiva Rodrigues

 

Afinal, para que é que se aprende? E por que se inventou a educação e, depois, a escola? Como é que isso aconteceu e o que se faz ali? Já que “ninguém escapa da educação” , seria bom ao menos compreendê-la. Nem sempre houve escola e nem sempre ela foi do jeito que a conhecemos. Em vários momentos da história, tipos diversos de sociedades criaram diferentes caminhos para percorrer a estranha aventura de lidar com o saber e os poderes que ele carrega consigo. Se a educação é determinada fora do poder de controle comunitário dos seus praticantes, educando e educadores diretos, por que participar dela, da educação que existe no sistema escolar criado e controlado por um sistema político dominante? Se na sociedade desigual ela reproduz e consagra a desigualdade social, deixando no limite inferior de seu mundo os que são para ficar no limite inferior do mundo do trabalho “os operários e filhos de operários” , e permitindo que minorias reduzidas cheguem ao seu limite superior, por que acreditar ainda na educação? A resposta mais simples é: “porque a educação é inevitável” . Uma outra, melhor seria: “porque a educação sobrevive aos sistemas e, se em um ela serve à reprodução da desigualdade e à difusão de idéias que legitimam a opressão, em outro pode servir à criação da igualdade entre os homens e à pregação da liberdade” . Depois dessas nuanças, que na realidade da vida acontecem com certa constância, e refletem em tom maior os problemas da educação, principalmente nos países em desenvolvimento onde as autoridades ligadas ao setor pensam que estão fazendo um favor. Mas na dura realidade a educação é uma obrigação e nenhuma criatura pode ficar órfã da educação. A educação aperfeiçoa e nos leva a sabedoria com certeza. Ensinar exige bom senso? Sem sombra de dúvidas!

A vigilância do meu bom senso tem uma importância enorme na avaliação que, a todo instante, devo fazer de minha prática. Por exemplo, antes de qualquer reflexão, detida e rigorosa é o meu bom senso que me diz ser tão negativo, do ponto de vista de minha tarefa docente, o formalismo insensível que me faz recusar o trabalho de um aluno por perda de prazo, apesar das explicações convincentes do aluno, quanto o desrespeito pleno pelos princípios reguladores do trabalho.

O aluno como o professor deve interagir, para que se tenha um excelente aproveitamento, e os ensinamentos sejam plenamente inseridos em sua mente. O professor se sentirá reconfortado e o aluno reluzente por ter tido uma boa assimilação. Na Pedagogia Espírita os ensinamentos são valiosos e quando repassados por espiritistas de credibilidade e que conheçam a fundo essa metodologia do ensino. Tenho observando que ao passar dos tempos, muitos espíritas, principalmente, os que lidam com jornalismo e educação estão procurando esse viés, para oferecer aos que querem dirimir suas dúvidas um cabedal de conhecimento muito bom. “Toda historicidade é ilusória, a realidade é fábula” . Não entro no mérito desse questionamento porque o mundo este cheio desses questionamentos. “O homem é a mais alta, a mais absoluta e a mais excelente das criaturas” , se o homem têm todos esses atributos por que ele é imperfeito? Será nas atitudes, nos comportamentos, nos ensinamentos, na discriminação ou ele é mais uma vítima do sistema em que vive: “mundo aberto, sem script, onde predomina mais o instinto do que, a inteligência” . A Doutrina Espírita através da Codificação e dos livros que estão aí, para serem estudados, meditados e cujos ensinamentos devam ser praticados, absorvidos, repassados para os irmãos mais carentes e que por força da situação de crudelidade não podem usufruir deste estudo maravilhoso. “A Educação espírita será a contribuição para o Novo Mundo de Amanhã” , sendo ao mesmo tempo a nossa paga aos países que nos deram seus homens, sua contribuição, sua cultura e seu gênio para que pudéssemos crescer sob as luzes do Cruzeiro do Sul “(José Herculano Pires)”. Conheço Kardec e a sua doutrina da reencarnação. Acho que cabe ao Brasil, hoje impregnado do pensamento de Kardec, uma grande missão no plano educacional. Há muito que se fazer. A pesquisa científica sobre reencarnação vem fortalecer a posição dos brasileiros nesse “campo” . A década de 1860 marca a chegada do Espiritismo ao Brasil, ocupando em primeiro lugar as elites da Corte. Na Europa, o movimento já atraía intelectuais, alta burguesia e até cabeças coroadas, embora também a classe operária tenha integrado o quadro dos discípulos de Kardec.

Uma vez que começou a entranhar-se em nossa cultura, logo ressaltou o aspecto religioso, pela ausência de uma tradição científica e filosófica. Ainda sinto que pela complexidade da ciência, da filosofia certos confrades encontram certa dificuldade para interpretar os ensinamentos de Kardec, mas partindo para a religião um novo azimute se abra e segue o destino certo para uma boa assimilação e integração nos trabalhos espirituais nos Centros e Grupos Espíritas. Fico triste quando compareço a certos centros carentes que nem as Obras Básicas possuem, faltam-lhe tudo e que aqueles freqüentadores quando indagados se conhecem alguma obra da codificação, um ou outro responde que sim. A maioria não conhece . E no anseio de incutir algo na memória daqueles que lá estão, indagamos: “O que fazem aqui” e simplesmente respondem: estamos em (a) busca de cura para nossas doenças.

Vejo as explicações do grande confrade José Herculano Pires: O Espiritismo não criou igrejas, não precisa de templos suntuosos e tribunas luxuosas com pregadores enfatuados. Não tem rituais não dispensa bênçãos, não promete lugar celeste a ninguém, não confere honrarias em títulos ou diplomas especiais, não disputa regalias oficiais. Sua única missão é esclarecer, orientar, indicar o caminho da autenticidade humana e da verdade espiritual . Grandes e virtuosos estes ensinamentos do nosso querido José Herculano Pires, a Doutrina Espírita é belíssima, mas o movimento espírita ainda carece de muita coisa . Dizer que não existem centros elitizados seria uma ignomínia. Negar que não encontramos barreiras seria outra.

A verdade é que a Doutrina Espírita com seu movimento deveria trabalhar mais em benefício das mais fracos e oprimidos, essa idéia de nosso irmão em condenar o nome igreja é muito vago, pois o significado de igreja é o local onde se encontram ou se reúnem fiéis de determinadas religiões, ou o espiritismo não seria uma religião. A nominação centro ou igreja não importa, o que devemos nos preocupar são nos ensinamentos, na aprendizagem, na divulgação e no auxílio daqueles que querem dar suas parcelas de contribuição, devemos ser mais irmãos, praticar mais o amor, existem aqueles que pregam o amor, a caridade, o perdão e quando põem o pé fora do centro fazem tudo ao contrário.

Não estou a julgar ninguém, pois não tenho esse direito, mas que acontece, acontece. Não esquecer desse lema tão bonito: “Fora da Caridade não há Salvação”.

 

(*) Antonio Paiva Rodrigues, estudante de jornalismo, m embro do ALOMERCE ( Academia de Lietras dos Oficiais da Reserva do Ceará ) e membro da ACI ( Associação Cearense de Imprensa).

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NÓS E A DOUTRINA

"Se abraçastes, pois, a Doutrina Espírita, perlustra-lhes os ensinos e compreenderás que a humildade e a benevolência, o serviço e a abnegação, a paciência e a esperança, a solidariedade e o otimismo são medicamentos do Espírito, transformando lutas em lições e dificuldades em bênçãos, porque no fundo de cada esclarecimento e de cada mensagem consoladora, que te fluem da inspiração, ouvirás a palavra do Cristo: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei

Emmanuel -psicografia de Chico Xavier. Livro: Leis de Amor

 


"Vigiai e Orai ".


“O triunfo do Consolador Prometido por Jesus, ora entre nós, ainda não atingiu o clímax. Ele, porém, repetindo as vozes dos céus, prosseguirá no desiderato da verdade, semeando bênçãos, embora as pequenas colheitas de amor, e ficará até o fim dos tempos.

A missão do Espiritismo é a mesma do Cristianismo das primeiras e refulgentes horas, do caminho e das arenas: levantar o homem do abismo do eu e alçá-lo às culminâncias da fraternidade, após galgado o monte da sublimação evangélica redentora”.

Manoel Philomeno de Miranda (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Nos Bastidores da Obsessão.

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ALGO  MAIS  NO  NATAL

Emmanuel

Senhor Jesus!

Diante do Natal, que te lembra a glória na manjedoura, nós te agradecemos:

a música da oração;

o regozijo da fé;

a mensagem de amor;

a alegria do lar;

o apêlo a fraternidade;

o júbilo da esperança;

a bênção do trabalho;

a confiança no bem;

o tesouro da tua paz;

a palavra da Boa Nova;

e a confiança no futuro!...

Entretanto, oh! Divino Mestre, de corações voltados para o teu coração, nós te suplicamos algo mais! ...Concede-nos,

Senhor, o dom inefável da humildade para que tenhamos a precisa coragem de seguir-te os exemplos!

Médium: Francisco Cândido Xavier - Livro: “Luz do Coração” – Edição Clarim

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EVOCAÇÃO DE  NATAL

Meimei

O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.

Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.

Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-iam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.

Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, e abraçou-os, tais quais eram.

Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.

Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.

Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra ele as mantilhas da perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixa, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.

É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim.

Do livro "Antologia Mediúnica do Natal"

 

 

FINAL DE ANO

Encerrando o ano de 2009, o CEAK deseja a todos muita Paz, e Harmonia.

Que os ensinamentos de nosso Mestre Jesus,possam fazer parte de nossa vida diária.

Desejamos que a Paz que Ele nos deixou transforme-se em realidade, para convivermos todos , harmoniosamente, como irmãos que somos.

Nossos votos de que 2010 seja para todos um ano de renovação espiritual.

Que Jesus nos abençoe sempre.

 

VOCÈ SENTE-SE BEM PARTICIPANDO DE NOSSAS REUNIÕES ?

ASSOCIE-SE AO CEAK, CONTRIBUINDO MENSALMENTE COM A QUANTIA QUE LHE FOR CONVENIENTE

AMBIENTAÇÃO :

Trinta minutos antes da palestra , é realizada a ambientação, com leitura de textos psicografados por Chico Xavier, a fim de harmonizar o ambiente.

CHEGUE CEDO, PARTICIPE !!

E, LEMBRE-SE : DESLIGUE O CELULAR E CONECTE-SE COM A ESPIRITUALIDADE

 

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